O banco de investimentos Morgan Stanley está integrando a negociação de criptomoedas à plataforma E*Trade, com taxa de 0,50% por transação — um movimento que amplia o acesso ao mercado cripto para clientes de varejo.
O Morgan Stanley anunciou que vai incorporar a negociação de criptomoedas diretamente à plataforma de corretagem E*Trade, da qual é proprietário. A iniciativa representa mais um passo na expansão do acesso a ativos digitais por meio de grandes instituições financeiras tradicionais nos Estados Unidos.
Segundo a Yahoo Finance, a funcionalidade será oferecida com uma taxa de 0,50% por transação, o que posiciona o serviço de forma competitiva em relação a outras plataformas voltadas ao investidor de varejo. A previsão é de que o recurso esteja disponível ainda em 2025.
O E*Trade conta com milhões de clientes nos EUA e é uma das plataformas de corretagem mais reconhecidas do país. A chegada das criptomoedas ao ambiente já familiar para esses usuários pode reduzir a barreira de entrada para quem ainda não opera nesse mercado. Para iniciantes que querem entender melhor o universo dos ativos digitais, vale conferir o guia completo de criptomoedas.
O que muda para o investidor comum
A integração significa que clientes do E*Trade poderão negociar Bitcoin, Ethereum e possivelmente outros criptoativos sem precisar migrar para uma exchange dedicada. A operação ficará centralizada no mesmo ambiente onde já gerenciam ações, ETFs e outros produtos financeiros.
Cada transação de cripto no E*Trade será cobrada à taxa de 0,50%, valor competitivo frente a outras plataformas de varejo norte-americanas.
O E*Trade possui milhões de usuários ativos nos EUA, o que pode ampliar significativamente o alcance das criptomoedas entre investidores tradicionais.
Usuários poderão operar criptos no mesmo app onde já negociam ações e ETFs, sem precisar criar contas em exchanges separadas.
O recurso ainda está em fase de implementação, com expectativa de disponibilidade ao longo deste ano, segundo a Yahoo Finance.
Contexto: Wall Street e as criptomoedas
O movimento do Morgan Stanley não é isolado. Nos últimos anos, bancos e corretoras tradicionais nos EUA têm ampliado progressivamente sua exposição a criptoativos — impulsionados pela aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista, pelo interesse crescente de clientes de varejo e por um ambiente regulatório em gradual clarificação. A entrada do E*Trade nesse segmento reforça essa tendência.
Para o mercado brasileiro, o movimento serve como indicativo de que a adoção institucional de criptomoedas segue em expansão globalmente. Plataformas locais já oferecem acesso a Bitcoin e outros ativos digitais, mas a integração promovida por gigantes como o Morgan Stanley tende a normalizar ainda mais o setor nos próximos anos.
📌 Nota editorial
As informações deste artigo são baseadas em reportagem da Yahoo Finance. O KriptoHoje acompanha o desenvolvimento desta notícia e atualizará o conteúdo conforme novos dados forem divulgados pelo Morgan Stanley ou pelo E*Trade.
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