O IBIT, fundo de Bitcoin à vista da BlackRock, concentrou mais de US$ 1 bilhão em aportes apenas na primeira semana de maio, consolidando sua posição dominante entre os ETFs de BTC disponíveis nos Estados Unidos.
O IBIT — ETF de Bitcoin à vista gerido pela BlackRock — registrou entradas superiores a US$ 1 bilhão somente nos primeiros dias de maio. O número chama atenção não apenas pelo volume absoluto, mas pela concentração: o fundo respondeu por cerca de 60% de todos os fluxos líquidos dos doze ETFs de Bitcoin aprovados nos Estados Unidos no mesmo período.
Segundo a Livecoins, a gestora acumula atualmente 822.750 bitcoins em custódia, montante que, nas cotações recentes, equivale a aproximadamente US$ 66,6 bilhões. O ritmo de aquisição sugere que a BlackRock pode ultrapassar a marca de US$ 70 bilhões sob gestão em Bitcoin caso o fluxo de entradas se mantenha estável nas próximas semanas.
Para quem ainda está aprendendo sobre o ativo, vale conferir o guia completo de Bitcoin para iniciantes publicado pela KriptoBR, com explicações detalhadas sobre como o Bitcoin funciona e como custodiá-lo com segurança.
O que os números revelam sobre o mercado
A participação de 60% no fluxo total dos ETFs de Bitcoin nos EUA indica que o IBIT se distanciou significativamente dos concorrentes. Fundos de gestoras como Fidelity, Ark Invest e Invesco também registraram entradas positivas no mesmo intervalo, mas em volumes muito menores.
Mais de US$ 1 bilhão em aportes no IBIT apenas na primeira semana de maio de 2025.
O IBIT concentrou 60% dos fluxos totais entre os 12 ETFs de Bitcoin aprovados nos EUA no mesmo período.
A BlackRock detém 822.750 bitcoins, equivalentes a cerca de US$ 66,6 bilhões nas cotações atuais.
Se o ritmo de compras se mantiver, o fundo pode superar US$ 70 bilhões sob gestão em Bitcoin nas próximas semanas.
Institucional e varejo no mesmo movimento
A estrutura dos ETFs de Bitcoin à vista permite que investidores institucionais e de varejo acessem exposição ao ativo sem precisar lidar diretamente com custódia de chaves privadas. Para grandes gestoras, o produto é especialmente atrativo por se encaixar em estruturas regulatórias já conhecidas.
O volume captado pelo IBIT reforça a tese de que a demanda institucional por Bitcoin permanece robusta mesmo em cenários de incerteza macroeconômica. A aprovação dos ETFs à vista pela SEC, em janeiro de 2024, abriu uma porta que claramente ainda está sendo atravessada por capital de longo prazo.
Contexto: o peso da BlackRock no mercado cripto
Com mais de US$ 10 trilhões em ativos sob gestão globalmente, a BlackRock é a maior gestora de recursos do mundo. Sua entrada no mercado de Bitcoin via ETF criou um novo patamar de legitimidade institucional para o ativo, atraindo capital que antes se mantinha à margem do setor cripto.
📰 Fonte
Os dados sobre captação e volume de Bitcoin em custódia foram reportados originalmente pelo portal Livecoins. O KriptoHoje reapurou e contextualizou as informações de forma independente.
Importante: não damos recomendação de investimento
Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O KriptoHoje não é consultor de investimentos e não recomenda a compra, venda ou manutenção de qualquer ativo. Investimento em criptoativos envolve risco elevado de perda total.
Custodie seu Bitcoin com segurança
A KriptoBR, integrante do mesmo grupo do KriptoHoje, é a maior e mais antiga revenda oficial de hardware wallets do mundo. Trezor, Ledger, SecuX, Yubico e Key-ID.
Mais de 600 mil clientes atendidos em 32 países. Envio direto do Brasil, garantia do fabricante, suporte técnico em português.
Leituras relacionadas
🏦 Institucionalização do BitcoinComo grandes gestoras e bancos passaram a incluir Bitcoin em suas carteiras e estratégias.
🔐 Custódia de Bitcoin: o que é self-custodyPor que guardar suas próprias chaves privadas ainda é considerado a prática mais segura para holders de longo prazo.
Este conteúdo é de caráter informativo e não constitui recomendação de investimento. Criptomoedas são ativos voláteis; consulte um profissional antes de investir.
