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Core Scientific quer expandir campus de mineração para 1,5 GW

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A Core Scientific, uma das maiores mineradoras de Bitcoin dos Estados Unidos, anunciou planos para expandir seu campus em Muskogee, Oklahoma, para uma capacidade bruta de 1,5 gigawatts de energia.

A Core Scientific (Nasdaq: CORZ) divulgou uma nova estratégia de expansão para o seu campus localizado em Muskogee, no estado americano de Oklahoma. O objetivo é elevar a capacidade bruta de energia do site para impressionantes 1,5 gigawatts (GW), tornando-o um dos maiores centros de processamento computacional voltados à mineração de criptomoedas e à infraestrutura de inteligência artificial do mundo.

Segundo a Yahoo Finance, o anúncio faz parte de um movimento mais amplo da companhia para consolidar sua posição no mercado de infraestrutura digital de alta demanda energética. A empresa, que já passou por um processo de reestruturação financeira nos últimos anos, vem retomando força e sinalizando apostas de longo prazo no setor.

Para quem está começando a entender o universo cripto, vale saber que mineração de Bitcoin é o processo pelo qual transações são validadas na rede e novos blocos são adicionados ao blockchain — tudo isso exigindo enormes quantidades de energia elétrica e equipamentos especializados. Leia também nosso guia completo de criptomoedas para entender melhor como esse ecossistema funciona.

Por que 1,5 GW é um número expressivo?

Para ter dimensão da escala: 1,5 gigawatt é suficiente para abastecer centenas de milhares de residências. No contexto de mineração de criptomoedas e data centers de IA, essa capacidade representa uma infraestrutura de peso global — comparável a algumas das maiores instalações do setor no planeta.

A escolha de Muskogee não é aleatória. A região oferece acesso a energia elétrica relativamente acessível e terreno disponível para a construção em grande escala, dois fatores críticos para operações que consomem energia de forma contínua e intensiva.

⚡ Capacidade planejada

1,5 GW de energia bruta no campus de Muskogee, Oklahoma — um dos maiores projetos do setor nos EUA.

🏗️ Infraestrutura dual

O campus foi pensado tanto para mineração de Bitcoin quanto para hospedar cargas de computação de inteligência artificial.

📈 Retomada estratégica

Após reestruturação financeira, a Core Scientific (CORZ) reforça aposta no crescimento de longo prazo com grandes investimentos em infraestrutura.

📍 Localização estratégica

Oklahoma oferece energia acessível e espaço físico — fatores determinantes para operações de mineração em larga escala.

IA e Bitcoin: a nova fronteira dos data centers

Um dos aspectos mais relevantes do plano da Core Scientific é a convergência entre mineração de criptomoedas e inteligência artificial. Empresas do setor perceberam que a infraestrutura construída para minerar Bitcoin — com alta densidade de processamento e gestão térmica avançada — também é adequada para rodar modelos de IA de grande porte.

O que é um campus de mineração?

Um campus de mineração é uma instalação industrial de grande porte equipada com milhares de computadores especializados (os chamados ASICs) que trabalham continuamente para validar transações em redes blockchain, como o Bitcoin. Essas instalações consomem enormes quantidades de energia elétrica e precisam de sistemas sofisticados de resfriamento para funcionar de forma eficiente.

Essa tendência vem atraindo atenção de investidores institucionais e de grandes empresas de tecnologia, que enxergam nesses hubs energéticos uma infraestrutura versátil para múltiplas demandas computacionais do futuro.

📰 Nota editorial

As informações desta reportagem têm como base o anúncio divulgado pela Core Scientific e reportado pela Yahoo Finance. O KriptoHoje não possui relação comercial com a CORZ nem com qualquer outra empresa mencionada neste texto.

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Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atende diariamente usuários de carteiras de hardware — configuração, recuperação de frase semente e boas práticas de autocustódia.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Nicolas Maia
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