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R$ 320 milhões em criptos ‘esquecidas’ por brasileiros

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Um levantamento da corretora Mercado Bitcoin revelou que mais de 700 mil brasileiros mantêm quase R$ 320 milhões em criptomoedas paradas em contas inativas — e esses ativos valorizaram mais de R$ 30 milhões no período.

Segundo dados divulgados pela Money Times, a corretora Mercado Bitcoin (MB) mapeou um volume expressivo de criptoativos que permanecem sem movimentação há pelo menos um ano em contas de clientes. Ao todo, mais de 700 mil investidores brasileiros somam quase R$ 320 milhões nessa situação — uma espécie de “dinheiro esquecido” no universo digital.

O dado chama atenção não apenas pelo volume, mas pelo desempenho dos ativos nesse intervalo. Mesmo sem qualquer gestão ativa por parte dos titulares, essas carteiras acumularam uma valorização superior a R$ 30 milhões — reflexo da recuperação e alta do mercado de criptomoedas ao longo do período analisado.

O que significa uma conta “inativa”?

No contexto do levantamento, contas inativas são aquelas que não registraram nenhuma operação de compra, venda ou transferência por um período mínimo de 12 meses. Isso não significa que os ativos foram perdidos ou que os titulares renunciaram a eles — apenas que não houve interação recente com a plataforma.

Esse cenário é mais comum do que parece. Muitos investidores adquirem criptomoedas em momentos de alta visibilidade do mercado e, posteriormente, deixam de acompanhar seus saldos — seja por desinteresse, esquecimento ou por adotar uma estratégia passiva de longo prazo, conhecida no setor como hold.

💰 Volume total esquecido

Quase R$ 320 milhões em criptoativos parados em contas sem movimentação há mais de 12 meses no Mercado Bitcoin.

📈 Valorização no período

Os ativos parados renderam mais de R$ 30 milhões em valorização, mesmo sem nenhuma gestão ativa pelos titulares.

👥 Investidores envolvidos

Mais de 700 mil brasileiros cadastrados na plataforma possuem saldos em contas classificadas como inativas.

🏦 Fonte dos dados

Levantamento realizado pela corretora Mercado Bitcoin (MB), uma das maiores exchanges de criptoativos da América Latina.

Bitcoin lidera os ativos parados

Embora o levantamento não detalhe publicamente a composição exata da carteira dessas contas, o Bitcoin historicamente representa a maior fatia dos saldos em exchanges brasileiras. A criptomoeda mais antiga e de maior capitalização global costuma ser o primeiro ativo adquirido por investidores de varejo — e, por isso, também o mais presente em contas que ficam sem movimentação.

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Custódia própria: o que está em jogo

Manter criptoativos em exchanges por longos períodos expõe o investidor a riscos que vão além da volatilidade do mercado. Problemas operacionais, falências ou bloqueios de plataformas já causaram perdas significativas a investidores ao redor do mundo. A transferência para uma carteira de custódia própria — como uma hardware wallet — é amplamente apontada por especialistas em segurança digital como a alternativa mais robusta para quem pretende manter ativos por mais de um ano.

📰 Nota editorial

As informações deste artigo são baseadas em levantamento divulgado pelo portal Money Times com dados fornecidos pela corretora Mercado Bitcoin. O KriptoHoje não teve acesso à metodologia completa do estudo e reproduz os números conforme reportados pela fonte original.

Importante: não damos recomendação de investimento

Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O KriptoHoje não é consultor de investimentos e não recomenda a compra, venda ou manutenção de qualquer ativo. Investimento em criptoativos envolve risco elevado de perda total.

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Este conteúdo é de caráter informativo e não constitui recomendação de investimento. Criptomoedas são ativos voláteis; consulte um profissional antes de investir.

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