Seis milhões de argentinos estão inadimplentes. Sem teto de juros no governo Milei, fintechs e agiotas avançam sobre famílias sem acesso ao crédito formal.
Da Argentina ao Brasil, trabalhadores recebem salários em stablecoins e empresas operam com dólares digitais. O movimento cresce, mas os riscos ainda são pouco discutidos.
Um juiz argentino congelou dezenas de carteiras de criptomoedas no âmbito da investigação do token LIBRA e ordenou que grandes exchanges entreguem dados de KYC.