Uma carteira de Ethereum esquecida por dez anos voltou à ativa movimentando US$ 23 milhões em ETH, gerando especulações sobre identidade e intenções do titular.
A Bitmine alocou US$ 366 milhões em Ethereum em um momento de forte instabilidade geopolítica, num movimento que reforça a confiança institucional no ativo.
Após sofrer um exploit, a Fenbushi Capital moveu US$ 7,1 milhões em ETH do protocolo Aave para a Binance, sinalizando cautela crescente com o setor DeFi.
A Bitmine se tornou uma das maiores detentoras de Ethereum em staking do mundo, concentrando 9,5% de todo o ETH apostado na rede — o equivalente a US$ 214 milhões.