O WSJ aponta que a Polymarket teria simulado apostas vencedoras em sites-clone para atrair usuários nos EUA, contradizendo sua proposta de transparência on-chain.
Reguladores dos EUA preparam diretrizes para plataformas de apostas baseadas em eventos como Kalshi e Polymarket, que cresceram com as eleições de 2024.
Pesquisa encomendada pela Coalizão para Mercados de Previsão aponta que traders americanos respondem por até 25% do volume total negociado em plataformas offshore.
Bernstein aponta que a Copa do Mundo de 2026 pode injetar bilhões nos mercados de previsão cripto, com Coinbase e Robinhood bem posicionadas para crescer.
A Kalshi passou a exigir que traders revelem seus empregadores em mercados sensíveis, além de lançar sistema de pontuação de risco e ferramentas de denúncia anônima.
A polícia sul-coreana abriu a primeira investigação sobre jogo ilegal envolvendo o Polymarket. O caso mostra como leis locais podem limitar plataformas cripto globais.