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MPSP, ABcripto e Chainalysis unem forças contra crimes cripto

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O Ministério Público de São Paulo fecha parceria inédita com a associação do setor cripto e uma das maiores empresas de análise de blockchain do mundo para reforçar o combate a ilícitos financeiros digitais.

O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) assinou um acordo de cooperação técnica com a ABcripto — Associação Brasileira de Criptoeconomia — e com a empresa americana Chainalysis, referência global em rastreamento de transações em blockchain. A parceria marca um passo relevante na capacidade investigativa das autoridades brasileiras diante do crescimento do uso de criptoativos em atividades ilícitas.

Segundo a Exame.com, o acordo prevê a realização de eventos de treinamento para promotores e demais autoridades, além do compartilhamento de ferramentas especializadas em análise de blockchain — tecnologia que registra publicamente todas as transações de criptomoedas.

A iniciativa reflete uma tendência global: governos e órgãos de segurança pública investindo em capacitação técnica para lidar com a rastreabilidade dos ativos digitais. Ao contrário do que muitos imaginam, transações em blockchain são públicas e rastreáveis — o que pode ser uma vantagem para investigadores quando equipados com as ferramentas certas.

Leia tambem: guia completo de criptomoedas.

O que cada parte traz para o acordo

⚖️ MPSP

Representa o braço investigativo e processual do Estado. A parceria amplia a capacidade técnica dos promotores paulistas para atuar em casos que envolvam movimentação de criptoativos.

🏛️ ABcripto

Principal associação do setor de criptoativos no Brasil, reúne exchanges e empresas do ecossistema. Atua como ponte entre o mercado e as autoridades regulatórias e investigativas.

🔍 Chainalysis

Empresa americana especializada em inteligência de blockchain. Suas ferramentas são usadas por órgãos de segurança em dezenas de países para mapear fluxos de criptomoedas suspeitos.

Blockchain é rastreável — e isso importa

Uma das maiores confusões entre iniciantes é acreditar que criptomoedas garantem anonimato total. Na prática, redes como Bitcoin e Ethereum registram todas as transações publicamente. Com ferramentas adequadas, autoridades conseguem rastrear a origem e o destino dos fundos — o que torna o crime com cripto menos seguro do que muitos criminosos supõem.

Para quem está começando a entender o universo das criptomoedas, é importante saber que cada transação registrada em blockchain fica permanentemente visível em um livro-razão distribuído e público. Ferramentas como as da Chainalysis cruzam esses dados com informações externas para identificar padrões ligados a lavagem de dinheiro, fraudes e outros crimes financeiros.

O acordo entre MPSP, ABcripto e Chainalysis acontece em um momento em que o Brasil avança na regulação do setor. O Banco Central assumiu o papel de regulador das exchanges de criptoativos em 2023, e a pressão por maior conformidade e transparência no mercado só tende a crescer.

📌 Nota editorial

A informação sobre o acordo foi divulgada originalmente pela Exame.com. O KriptoHoje reescreveu e contextualizou o conteúdo para o público iniciante, sem alterar os fatos reportados pela fonte.

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Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O KriptoHoje não é consultor de investimentos e não recomenda a compra, venda ou manutenção de qualquer ativo. Investimento em criptoativos envolve risco elevado de perda total.

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CEO da KriptoBR, Revenda oficial de carteiras de hardware no Brasil. Acompanha a evolução regulatória do setor de criptoativos no país e seus efeitos práticos sobre quem guarda os próprios ativos.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Jefferson Rondolfo
CEO da KriptoBR, Revenda oficial de carteiras de hardware no Brasil. Acompanha a evolução regulatória do setor de criptoativos no país e seus efeitos práticos sobre quem guarda os próprios ativos.

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