PL 4.753/2026, do deputado Capitão Alden, propõe integração entre corretoras de cripto e órgãos federais para agilizar investigações de fraudes com criptoativos no Brasil.
Três associações do setor financeiro e cripto pedem ao Banco Central prorrogação de 120 dias no prazo para cumprimento das novas regras de criptoativos.
Especialistas apontam que a imposição de regras genéricas, sem fundamentação em dados do cenário nacional, prejudica o desenvolvimento do mercado cripto no Brasil.
A CVM instituiu a Ditec, nova divisão focada em tecnologia financeira, para estabelecer diretrizes sobre inteligência artificial, tokenização e sandbox regulatório.
O FMI apontou lacunas no marco regulatório brasileiro para criptoativos, com ênfase na ausência de regras específicas para stablecoins e na necessidade de maior controle contra lavagem de dinheiro.
O STF manteve o bloqueio de criptomoedas de um investigado e negou à defesa o acesso integral ao inquérito policial, em decisão do ministro Flávio Dino.
A bolsa brasileira B3 sinaliza uma nova etapa para o mercado de criptoativos no país, com foco em escalabilidade e inovação financeira, segundo seu diretor Felipe Paiva.