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Coreia do Norte pode causar US$ 1,2 bi em hacks cripto em 2026

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Grupos cibercriminosos vinculados ao regime norte-coreano miram o mercado de criptomoedas com crescente sofisticação, elevando projeções de perdas para até US$ 1,2 bilhão em 2026.

O setor de criptomoedas enfrenta uma ameaça cada vez mais concreta vinda de grupos hackers associados à Coreia do Norte. Segundo análise publicada pelo portal Crypto Briefing, a escalada das operações cibernéticas do regime de Pyongyang pode resultar em perdas superiores a US$ 1,2 bilhão ao longo de 2026 — um número que preocupa exchanges, protocolos DeFi e investidores individuais ao redor do mundo.

Os ataques norte-coreanos ao ecossistema cripto não são novidade. O grupo Lazarus, ligado ao governo de Kim Jong-un, já foi responsabilizado por alguns dos maiores roubos da história do setor, incluindo o hack ao protocolo Ronin, da Axie Infinity, que resultou em perdas de cerca de US$ 625 milhões em 2022. A diferença agora é a escala e a sofisticação crescente das operações.

Segundo a Crypto Briefing, o aumento das ameaças cibernéticas vindas da Coreia do Norte tem pressionado governos e empresas do setor a intensificarem colaborações globais em cibersegurança. A avaliação é de que, sem medidas coordenadas, o risco de desestabilização dos mercados de criptoativos se torna cada vez mais real.

Leia tambem: como blindar suas criptomoedas contra roubos.

Como os hackers norte-coreanos operam

As táticas utilizadas pelos grupos ligados a Pyongyang combinam engenharia social, exploração de vulnerabilidades em contratos inteligentes e infiltração de desenvolvedores falsos em projetos legítimos. Em muitos casos, os atacantes passam meses dentro de plataformas antes de executar os roubos.

🎯 Alvos prioritários

Exchanges centralizadas, pontes cross-chain e protocolos DeFi com grandes reservas de liquidez são os principais alvos identificados pelos analistas.

🕵️ Infiltração silenciosa

Desenvolvedores falsos com identidades fabricadas são inseridos em equipes de projetos cripto para mapear vulnerabilidades internamente antes de um ataque.

💸 Lavagem via DeFi

Após os roubos, os fundos são rapidamente movimentados por mixers e protocolos descentralizados para dificultar o rastreamento pelas autoridades.

🌐 Resposta global

EUA, Coreia do Sul, Japão e União Europeia têm intensificado cooperações para rastrear e sancionar endereços cripto vinculados ao regime norte-coreano.

O que está em jogo para o mercado cripto?

Além das perdas financeiras diretas, ataques em larga escala podem abalar a confiança institucional no setor. Fundos e gestoras que estão ampliando exposição a criptoativos monitoram de perto o risco cibernético como fator determinante para alocações. Uma onda de hacks de grande porte em 2026 poderia frear o avanço da adoção institucional que vinha ganhando força desde a aprovação dos ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos.

📌 Nota editorial

As projeções de US$ 1,2 bilhão em perdas para 2026 foram levantadas por analistas citados pelo portal Crypto Briefing com base em dados históricos de ataques atribuídos ao grupo Lazarus e na tendência de crescimento observada nos últimos três anos. Os números são estimativas, não certezas.

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