InícioNotíciasE*Trade vai oferecer cripto com taxa de 0,5% ao ano

E*Trade vai oferecer cripto com taxa de 0,5% ao ano

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O Morgan Stanley vai permitir que clientes da corretora E*Trade negociem criptomoedas com uma das menores taxas do mercado americano — 0,5% por operação, menos do que cobram Coinbase, Robinhood e Schwab.

O Morgan Stanley anunciou o lançamento da negociação de criptomoedas na plataforma E*Trade, uma das corretoras de investimento mais conhecidas dos Estados Unidos. A novidade mais chamativa é a estrutura de custos: a taxa cobrada por transação será de 0,5%, abaixo do que praticam concorrentes como Coinbase, Robinhood e Schwab.

Segundo a BeInCrypto, o serviço representa um movimento significativo de um dos maiores bancos de investimento do mundo em direção à oferta direta de ativos digitais para o varejo. A iniciativa coloca o Morgan Stanley em competição direta com plataformas nativas de cripto — e com vantagem de preço.

Para quem está começando a entender o universo das moedas digitais, vale a pena conhecer os conceitos básicos antes de operar em qualquer plataforma. Leia também: guia completo de criptomoedas.

Como a taxa de 0,5% se compara à concorrência?

No mercado americano, as taxas de negociação de criptomoedas variam bastante entre as plataformas. A Coinbase, maior exchange dos EUA, cobra taxas que podem ultrapassar 1% dependendo do volume e do método de pagamento. A Robinhood adota um modelo sem taxa explícita, mas embutida no spread. Já a Schwab ainda está estruturando sua oferta direta de cripto.

🏦 E*Trade (Morgan Stanley)

Taxa de 0,5% por transação. Lançamento direcionado a investidores de varejo já clientes da corretora.

🟦 Coinbase

Taxas que podem superar 1% dependendo do volume negociado e da forma de pagamento utilizada.

🟩 Robinhood

Sem taxa explícita, mas o custo é embutido no spread entre os preços de compra e venda.

🔵 Schwab

Ainda estruturando oferta direta de criptomoedas. Por ora, acesso via ETFs de Bitcoin e Ethereum.

O que significa a entrada do Morgan Stanley no varejo cripto?

A decisão do Morgan Stanley de oferecer cripto diretamente via E*Trade — e não apenas por meio de produtos estruturados ou fundos — sinaliza uma mudança de postura dos grandes bancos americanos em relação aos ativos digitais.

Historicamente, instituições financeiras tradicionais mantinham distância da negociação direta de criptomoedas, preferindo oferecer exposição indireta por meio de ETFs ou fundos especializados. A abertura de uma plataforma de negociação direta, com taxa competitiva, aponta para uma normalização crescente do setor.

Contexto: bancos tradicionais e cripto

Nos últimos dois anos, o ambiente regulatório nos EUA tornou-se mais favorável à oferta de criptoativos por parte de bancos e corretoras tradicionais. A aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista, em janeiro de 2024, foi um marco nesse processo. O movimento do Morgan Stanley é mais um passo nessa direção.

Para o investidor comum, a oferta de cripto dentro de uma plataforma já conhecida — e com suporte institucional — pode reduzir barreiras de entrada. A E*Trade já conta com milhões de clientes nos Estados Unidos, o que representa um público potencial relevante para essa nova modalidade.

📌 Nota editorial

As informações deste artigo foram apuradas com base em reportagem da BeInCrypto. O KriptoHoje não teve acesso a comunicados oficiais do Morgan Stanley até a publicação desta matéria. Detalhes operacionais do serviço podem mudar conforme o lançamento avança.

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Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atende diariamente usuários de carteiras de hardware — configuração, recuperação de frase semente e boas práticas de autocustódia.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Nicolas Maia
Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atende diariamente usuários de carteiras de hardware — configuração, recuperação de frase semente e boas práticas de autocustódia.

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