InícioEconomiaBrasilCripto bate recorde no Brasil com R$ 283 bi no 1º semestre

Cripto bate recorde no Brasil com R$ 283 bi no 1º semestre

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O Brasil consolidou sua posição entre os maiores mercados cripto do mundo: R$ 283,1 bilhões em operações no primeiro semestre de 2026, recorde histórico puxado pela dominância do USDT.

O mercado cripto brasileiro encerrou o primeiro semestre de 2026 com um marco inédito. Segundo dados levantados pela BlockTrends, o volume total de operações com criptoativos no país atingiu R$ 283,1 bilhões entre janeiro e junho — uma alta de 4,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O número supera todos os semestres anteriores já registrados e confirma uma tendência de expansão contínua do setor no Brasil, mesmo em um cenário global de incerteza macroeconômica. O crescimento reflete tanto o aumento na base de usuários quanto a maior sofisticação dos participantes do mercado local.

USDT lidera: a dominância das stablecoins no Brasil

Entre todos os ativos negociados, o USDT — stablecoin da Tether atrelada ao dólar americano — seguiu como o mais transacionado do país. A preferência dos brasileiros por stablecoins indexadas ao dólar não é novidade, mas o volume registrado neste semestre reforça o papel central desses ativos como instrumento de proteção cambial e liquidez no dia a dia das operações.

A alta demanda por USDT no Brasil está diretamente ligada ao interesse em dolarizar ativos sem sair do ecossistema cripto — uma estratégia cada vez mais comum entre investidores pessoa física e empresas que operam com remessas internacionais.

📊 Volume total no semestre

R$ 283,1 bilhões em operações com criptoativos registradas no Brasil entre janeiro e junho de 2026.

📈 Crescimento anual

Alta de 4,6% sobre o primeiro semestre do ano anterior, novo recorde histórico para o período.

💵 Ativo dominante

USDT, a stablecoin da Tether lastreada no dólar americano, liderou o volume de transações no país.

🌎 Contexto global

O Brasil mantém posição de destaque entre os maiores mercados cripto da América Latina e do mundo.

O que diz a fonte

Segundo a BlockTrends, o volume de R$ 283,1 bilhões no primeiro semestre de 2026 representa o maior já registrado para o período no Brasil, superando em 4,6% o desempenho do primeiro semestre do ano anterior. O levantamento destaca a dominância do USDT como principal ativo transacionado no mercado nacional.

O cenário reforça a maturidade crescente do mercado local. O Brasil já figura entre os países com maior adoção de criptoativos per capita no mundo, e os dados do primeiro semestre de 2026 indicam que esse protagonismo deve se intensificar nos próximos meses.

Para investidores que desejam aprofundar o conhecimento sobre como operar nesse mercado com segurança — incluindo o uso de stablecoins e estratégias em finanças descentralizadas —, o guia completo de criptomoedas da KriptoBR é um ponto de partida recomendado.

📌 Nota editorial

Os dados utilizados nesta reportagem foram publicados originalmente pela BlockTrends e se referem a operações registradas no Brasil durante o primeiro semestre de 2026. O KriptoHoje reproduz as informações com fins jornalísticos e não realizou auditoria independente sobre os números.

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CEO da KriptoBR, distribuidora oficial de carteiras de hardware no Brasil. Acompanha a evolução regulatória do setor de criptoativos no país e seus efeitos práticos sobre quem guarda os próprios ativos.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Jefferson Rondolfo
CEO da KriptoBR, distribuidora oficial de carteiras de hardware no Brasil. Acompanha a evolução regulatória do setor de criptoativos no país e seus efeitos práticos sobre quem guarda os próprios ativos.

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