Mercado cripto no Brasil registrou R$ 283,1 bilhões em operações no primeiro semestre de 2026, alta de 4,6% sobre o mesmo período do ano anterior. USDT domina o volume.
Mais uma corretora nacional de criptomoedas anuncia o encerramento das operações e aponta a regulamentação do Banco Central como principal motivador da decisão.
Estudo da KPMG em parceria com a ABcripto aponta consenso total entre líderes do setor: stablecoins de alta liquidez devem ter lastro auditado de forma independente.
O Bradesco anunciou que vai oferecer custódia de criptoativos para empresas. A exchange Foxbit já está confirmada como uma das primeiras clientes do serviço.