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Blockchain TAC congelada há 10 dias após hack bilionário

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A blockchain TAC permanece completamente congelada há mais de dez dias após um exploit drenar 28,6% de todo o supply do pool de staking e forçar um resgate emergencial de 1,26 bilhão de tokens.

A rede TAC segue paralisada desde que um ataque de larga escala esvaziou uma parcela significativa do seu bonded pool — o mecanismo que sustenta a segurança econômica da cadeia. Uma única transação foi suficiente para retirar o equivalente a 28,6% de todo o supply em circulação, deixando validadores sem garantias e forçando a equipe a tomar medidas emergenciais.

Segundo a CryptoSlate, o resgate envolveu a emissão de 1,26 bilhão de tokens TAC para cobrir o rombo deixado pelo ataque. Mesmo assim, o problema está longe de ser resolvido: o explorador ainda detém 1,66 bilhão de tokens TAC, e não há indicação pública de que esses ativos foram bloqueados, recuperados ou que qualquer negociação está em curso com o responsável.

🔓 Vetor do ataque

Uma única transação maliciosa esvaziou 28,6% do supply total do bonded pool da TAC, comprometendo a base econômica da rede.

💸 Resgate emergencial

A equipe emitiu 1,26 bilhão de tokens TAC para cobrir o rombo — uma medida que dilui o supply e gera pressão inflacionária sobre o ativo.

⏸️ Rede congelada

A blockchain TAC permanece paralisada há mais de 10 dias, sem previsão de retomada das operações normais.

🕵️ Atacante ainda ativo

O explorador ainda controla 1,66 bilhão de tokens TAC. Não há confirmação de bloqueio, congelamento ou acordo de devolução.

A situação expõe uma fragilidade recorrente em redes de Proof-of-Stake: quando o pool de staking é comprometido, não há mecanismo automático de reversão. A paralisação forçada — conhecida como chain halt — é frequentemente a única forma de impedir que o atacante converta ou mova os ativos roubados antes que a equipe possa reagir.

O problema do resgate por emissão

Emitir 1,26 bilhão de tokens para cobrir perdas de um hack resolve o rombo contábil imediato, mas transfere o custo para todos os detentores do ativo via diluição. Essa estratégia levanta questões sobre a descentralização real da rede e sobre quem, de fato, tem poder para alterar o supply em situações de emergência.

A comunidade TAC aguarda comunicados oficiais sobre o cronograma de reativação da rede e sobre as medidas técnicas que serão adotadas para prevenir um novo exploit no mesmo vetor. Até o momento, não foi divulgado um relatório pós-mortem completo com os detalhes técnicos da vulnerabilidade explorada.

Casos como o da TAC reforçam a importância de manter criptomoedas sob custódia própria, em carteiras que você controla. Leia também: como blindar suas criptomoedas contra roubos.

📰 Fonte

As informações desta reportagem são baseadas em dados publicados pela CryptoSlate em matéria sobre o exploit na blockchain TAC. O KriptoHoje reescreveu e contextualizou o conteúdo de forma independente para o leitor brasileiro.

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Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atende diariamente usuários de carteiras de hardware — configuração, recuperação de frase semente e boas práticas de autocustódia.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Nicolas Maia
Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atende diariamente usuários de carteiras de hardware — configuração, recuperação de frase semente e boas práticas de autocustódia.

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