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23 Bancos se Unem para Lançar Stablecoin em Dólar

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Um consórcio formado por 23 instituições financeiras de peso global, entre elas Santander, Goldman Sachs e Bank of America, quer lançar uma stablecoin lastreada em dólar até o primeiro semestre de 2027.

O sistema financeiro tradicional avança mais um passo em direção às moedas digitais. Segundo o Portal do Bitcoin, um grupo de 23 grandes bancos globais — incluindo Santander, Goldman Sachs e Bank of America — está se unindo para desenvolver uma stablecoin lastreada em dólar americano, com previsão de lançamento até o primeiro semestre de 2027.

O projeto é coordenado pelo consórcio USDF Consortium e representa uma das iniciativas mais ambiciosas já vistas no setor bancário para a criação de um token de dólar regulado e emitido por instituições tradicionais. A ideia é oferecer uma alternativa às stablecoins já existentes no mercado, como USDT e USDC, porém com maior respaldo institucional e conformidade regulatória.

Além da versão em dólar, o consórcio prevê o desenvolvimento de uma stablecoin em euro em etapa subsequente, o que indica uma ambição de alcance global para a iniciativa. A participação de bancos europeus, como o Santander, reforça esse objetivo.

O que diferencia essa stablecoin das demais?

O mercado de stablecoins já movimenta centenas de bilhões de dólares, dominado por emissores privados como a Tether (USDT) e a Circle (USDC). A principal diferença desta nova iniciativa é o respaldo direto de instituições bancárias reguladas, o que pode oferecer maior segurança jurídica e confiança para usuários institucionais.

🏦 Respaldo Bancário

Emitida diretamente por bancos regulados, oferecendo maior conformidade legal em comparação às stablecoins privadas atuais.

🌐 Alcance Global

Com 23 bancos de diferentes países, a iniciativa mira transações internacionais e, futuramente, uma versão em euro.

📅 Prazo Definido

O consórcio mira o primeiro semestre de 2027 para o lançamento da versão em dólar, com cronograma já em andamento.

💶 Euro na Sequência

Após o lançamento do token em dólar, o consórcio pretende expandir o projeto com uma stablecoin lastreada em euro.

A movimentação ocorre em meio a um ambiente regulatório mais receptivo às stablecoins, especialmente nos Estados Unidos, onde o Congresso vem debatendo legislação específica para tokens lastreados em moeda fiduciária. A aprovação de um marco regulatório claro seria um catalisador direto para projetos desse tipo.

Adoção institucional em ritmo acelerado

A entrada de gigantes como Goldman Sachs e Bank of America no mercado de stablecoins sinaliza uma mudança de postura do sistema bancário tradicional. Após anos de ceticismo, as grandes instituições financeiras passaram a tratar os ativos digitais como parte inevitável da infraestrutura financeira global.

Para quem acompanha o mercado cripto, a iniciativa levanta um debate relevante: uma stablecoin emitida por bancos tradicionais competiria diretamente com projetos descentralizados ou abriria um novo segmento, focado em clientes corporativos e transações interbancárias? Por ora, o consórcio não divulgou detalhes técnicos sobre a infraestrutura blockchain que será utilizada.

Leia também: guia completo de criptomoedas.

📰 Fonte

As informações desta reportagem são baseadas em publicação do Portal do Bitcoin, veículo de referência em cobertura de criptomoedas no Brasil. O KriptoHoje reescreveu e contextualizou o conteúdo de forma independente.

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Amanda Gomes
Analista de suporte técnico da KriptoBR. Especializada em orientação a novos usuários de autocustódia e em prevenção a golpes envolvendo criptoativos.

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