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44% dos brasileiros arrependem de não investir em Bitcoin

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Pesquisa divulgada pelo Mercado Bitcoin no Pizza Day revela que 44% dos brasileiros lamentam não ter apostado no Bitcoin — o ativo com maior valorização da última década.

Toda vez que o 22 de maio chega, o mercado cripto celebra o Bitcoin Pizza Day — data que marca a primeira transação comercial conhecida com Bitcoin, em 2010, quando o programador americano Laszlo Hanyecz pagou 10.000 BTC por duas pizzas. O que era uma curiosidade histórica se transformou no símbolo máximo do chamado custo de oportunidade no mundo das criptomoedas.

Aproveitando a data, o Mercado Bitcoin (MB), uma das maiores exchanges do país, divulgou um levantamento que jogou luz sobre um sentimento bastante comum entre os brasileiros: o arrependimento de ter ficado de fora do mercado cripto. Segundo o levantamento, 44% dos brasileiros lamentam não ter investido em Bitcoin antes, reconhecendo ter perdido uma das maiores valorizações da história dos mercados financeiros.

Segundo o Portal do Bitcoin, a pesquisa foi conduzida pelo MB como forma de ilustrar o impacto do custo de oportunidade — conceito econômico que representa o valor daquilo que se abre mão ao tomar uma decisão. No caso do Bitcoin, quem ficou de fora nos últimos dez anos deixou passar uma valorização que, em determinados períodos, superou a casa de milhões de por cento em termos históricos acumulados desde sua criação.

O ativo que mais valorizou na última década

O Bitcoin encerrou a última década como o ativo de maior retorno entre todas as classes de investimento monitoradas globalmente — superando ações, ouro, imóveis e títulos públicos. Esse desempenho transformou a criptomoeda em referência obrigatória nas discussões sobre alocação de portfólio, mesmo entre investidores que ainda mantêm ceticismo em relação ao setor.

O contexto do Pizza Day reforça essa narrativa de forma contundente. As 10.000 unidades de BTC usadas para comprar duas pizzas em 2010 valeriam, a preços atuais, uma cifra na casa dos centenas de milhões de dólares — o que transformou a história de Hanyecz no exemplo mais citado quando o assunto é o potencial de valorização da moeda digital.

📊 44% se arrependem

Quase metade dos brasileiros afirma lamentar não ter investido em Bitcoin antes, segundo pesquisa do Mercado Bitcoin.

🍕 Pizza Day — 22 de maio

Data celebra a primeira transação comercial com BTC: 10.000 bitcoins por duas pizzas, em 2010.

📈 Maior valorização da década

O Bitcoin superou todas as classes de ativos tradicionais em retorno acumulado nos últimos dez anos.

💡 Custo de oportunidade

O conceito econômico ganhou peso no debate cripto: o que se perde ao decidir não alocar em Bitcoin?

Adoção cresce, mas barreira do conhecimento ainda persiste

O levantamento do MB também evidencia que boa parte do arrependimento está associada à falta de informação no momento certo. Muitos brasileiros ouviram falar do Bitcoin ainda nos primeiros anos da última década, mas não tinham clareza suficiente sobre como funcionava o ativo, onde acessá-lo ou quais riscos estavam envolvidos.

Esse cenário impulsionou o crescimento de plataformas educacionais e exchanges voltadas ao público iniciante no Brasil. O país figura entre os mercados emergentes com maior ritmo de adoção de criptoativos, segundo rankings globais de empresas como a Chainalysis.

Leia também: guia completo de Bitcoin para iniciantes.

O que é o custo de oportunidade no Bitcoin?

No mercado financeiro, custo de oportunidade representa o retorno que se deixa de obter ao escolher uma alternativa em vez de outra. No contexto cripto, o termo ganhou força para descrever o impacto de não ter alocado parte do patrimônio em Bitcoin durante os ciclos de alta da última década — quando o ativo saiu de frações de centavo e alcançou dezenas de milhares de dólares por unidade.

📰 Nota editorial

Os dados mencionados nesta reportagem foram divulgados pelo Mercado Bitcoin e reportados originalmente pelo Portal do Bitcoin. O KriptoHoje reproduz as informações com fins jornalísticos e não possui vínculo editorial com as empresas citadas.

Importante: não damos recomendação de investimento

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