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Exploit na Coldcard já soma US$ 88 mi em Bitcoin roubado

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Uma vulnerabilidade explorada em carteiras Coldcard continua gerando perdas expressivas: a terceira leva de roubos elevou o prejuízo total observado a cerca de 1.367 BTC — equivalente a aproximadamente US$ 88 milhões.

Segundo a Decrypt, pesquisadores da Galaxy Research identificaram uma terceira onda de saques não autorizados associados a um exploit que afeta carteiras Coldcard. As perdas acumuladas até agora envolvem 1.367 BTC distribuídos em 4.585 endereços distintos, numa sequência de ataques que segue em andamento.

A Coldcard é fabricada pela empresa canadense Coinkite e é considerada uma das hardware wallets mais populares entre detentores de Bitcoin que priorizam segurança. O dispositivo é amplamente recomendado em comunidades técnicas justamente por seu foco em autossuficiência e resistência a ataques remotos — o que torna o atual cenário ainda mais preocupante para seus usuários.

Os detalhes técnicos completos sobre a natureza exata da vulnerabilidade ainda não foram divulgados publicamente pelos pesquisadores, possivelmente para evitar que novos agentes mal-intencionados reproduzam o ataque. O que se sabe até agora é que os fundos estão sendo drenados de forma contínua, em múltiplas ondas, sugerindo um processo automatizado ou coordenado.

Leia tambem: guia completo de Bitcoin para iniciantes.

O que se sabe sobre as ondas de ataque

A Galaxy Research vem monitorando o incidente e já catalogou ao menos três ondas sucessivas de roubos. Cada nova etapa ampliou o número de endereços comprometidos e o volume de Bitcoin movimentado sem o consentimento dos titulares.

📊 Volume total comprometido

Cerca de 1.367 BTC drenados, o equivalente a aproximadamente US$ 88 milhões com base nos preços recentes.

🗂️ Endereços afetados

4.585 endereços distintos identificados pelos pesquisadores da Galaxy Research até o momento.

🔁 Ondas identificadas

Ao menos três ondas sucessivas de ataques documentadas, com a terceira ainda em curso no momento da publicação.

🏭 Fabricante

A Coldcard é produzida pela Coinkite, empresa canadense especializada em hardware wallets de Bitcoin.

Por que isso importa para quem usa hardware wallet?

Hardware wallets são frequentemente apresentadas como a camada máxima de segurança para custódia de criptoativos. Episódios como este lembram que nenhum dispositivo é imune a vulnerabilidades — e que a atualização de firmware, a verificação de origem do hardware e a adoção de práticas de segurança complementares continuam sendo etapas fundamentais para qualquer detentor de Bitcoin.

A Coinkite ainda não divulgou comunicado oficial detalhando a extensão do problema ou as medidas corretivas em andamento. Usuários de Coldcard têm sido aconselhados por membros da comunidade a verificar a integridade de seus dispositivos, manter o firmware atualizado e, em caso de suspeita, migrar fundos para endereços gerados em hardware não comprometido.

🔎 Nota editorial

As informações deste artigo são baseadas no relatório publicado pela Decrypt com dados da Galaxy Research. Os números de BTC e endereços comprometidos representam o que foi observado e documentado até o momento — o total real pode ser diferente conforme novas análises sejam concluídas. O KriptoHoje acompanhará o caso e atualizará a cobertura conforme surgirem novos dados.

Importante: não damos recomendação de investimento

Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O KriptoHoje não é consultor de investimentos e não recomenda a compra, venda ou manutenção de qualquer ativo. Investimento em criptoativos envolve risco elevado de perda total.

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Este conteúdo é de caráter informativo e não constitui recomendação de investimento. Criptomoedas são ativos voláteis; consulte um profissional antes de investir.

Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atende diariamente usuários de carteiras de hardware — configuração, recuperação de frase semente e boas práticas de autocustódia.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Nicolas Maia
Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atende diariamente usuários de carteiras de hardware — configuração, recuperação de frase semente e boas práticas de autocustódia.

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