A gestora Bernstein reafirma sua meta de US$ 150 mil para o Bitcoin em 2025, mesmo com a criptomoeda distante da máxima anual de US$ 97 mil registrada em janeiro.
A Bernstein, uma das gestoras de ativos mais respeitadas dos Estados Unidos, mantém sua projeção de que o Bitcoin pode alcançar US$ 150 mil ainda no decorrer de 2025. A estimativa foi reiterada mesmo após a principal criptomoeda do mundo ter recuado de sua máxima anual, registrada em meados de janeiro, quando chegou a US$ 97 mil.
Segundo a Watcher Guru, a Bernstein fundamenta seu otimismo em uma combinação de fatores: o avanço da adoção institucional, o ambiente regulatório mais favorável nos EUA e o impacto defasado do último halving do Bitcoin, ocorrido em abril de 2024. A gestora avalia que esses vetores ainda não foram totalmente precificados pelo mercado.
O recuo desde a máxima de janeiro é interpretado pela Bernstein não como uma reversão de tendência, mas como uma consolidação típica de ciclos de alta. A firma argumenta que correções dentro de mercados altistas são comuns e, historicamente, precedem novas máximas no ciclo do Bitcoin.
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ETFs de Bitcoin à vista nos EUA continuam a registrar captações expressivas, ampliando a base de investidores institucionais no ativo.
A redução na emissão de novos BTC tende a pressionar a oferta ao longo dos meses seguintes ao evento, historicamente impulsionando preços.
A postura mais receptiva do governo dos EUA em relação a criptoativos desde início de 2025 reduz incertezas e pode atrair mais capital ao setor.
A Bernstein interpreta a lateralização atual como acumulação, um padrão recorrente antes de movimentos de alta mais expressivos em ciclos anteriores.
O que diz a Bernstein
A gestora sustenta que a combinação de oferta reduzida pós-halving, demanda institucional crescente via ETFs e um cenário macroeconômico que pode favorecer ativos alternativos cria as condições necessárias para que o Bitcoin rompa patamares históricos até o fim de 2025. A projeção de US$ 150 mil representa uma alta superior a 50% em relação à máxima de janeiro.
Vale lembrar que projeções de preço, mesmo quando elaboradas por instituições de grande porte, carregam incertezas inerentes ao mercado de criptoativos. O Bitcoin já demonstrou ao longo de sua história tanto rallies expressivos quanto quedas abruptas em curtos períodos de tempo.
📌 Contexto do mercado
A máxima histórica do Bitcoin foi registrada em janeiro de 2025, quando o ativo tocou os US$ 97 mil. Desde então, o preço operou em consolidação, sem retornar àquele nível. A Bernstein não é a única instituição com metas elevadas para o ativo: outras casas de análise também publicaram estimativas acima de US$ 100 mil para o ciclo atual.
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