A maior corretora de criptomoedas do mundo projeta volume de negociações na casa do trilhão de dólares em 2026 e ambiciona alcançar quase metade da população bancarizada do planeta.
A Binance reafirmou sua posição dominante no mercado global de criptoativos ao divulgar projeções que apontam para um volume de negociações superior a US$ 1 trilhão ao longo de 2026. Os números colocam a exchange em um patamar comparável apenas a grandes infraestruturas financeiras tradicionais.
Segundo a Exame, a corretora já conta com 310 milhões de usuários cadastrados — uma base equivalente à da plataforma de streaming Netflix em seu auge global. O dado evidencia como o setor cripto deixou de ser nicho e passou a disputar atenção com serviços digitais de consumo em massa.
Para entender o contexto do crescimento das criptomoedas e o papel das exchanges nesse ecossistema, vale conferir o guia completo de Bitcoin em 2026, que explica os fundamentos do mercado para quem está começando.
A meta de 3 bilhões de usuários
Mais ambicioso do que os números atuais é o objetivo declarado pela liderança da Binance: atingir 3 bilhões de usuários. O número representa aproximadamente metade de toda a população adulta com acesso a serviços bancários no mundo — uma aposta direta na tese de que as criptomoedas podem se tornar infraestrutura financeira universal.
A estratégia envolve expansão em mercados emergentes, onde grande parte da população ainda não tem acesso a bancos tradicionais mas já dispõe de smartphone e conexão à internet. Regiões da África, Sudeste Asiático e América Latina estão no centro desse plano de crescimento.
Mais de US$ 1 trilhão em negociações — patamar que coloca a Binance entre as maiores infraestruturas de movimentação financeira do planeta.
310 milhões de clientes cadastrados globalmente — número equivalente ao da Netflix e que reforça a adoção em massa das criptomoedas.
3 bilhões de usuários — quase metade da população bancarizada mundial, com foco em mercados emergentes e populações desbancarizadas.
África, Sudeste Asiático e América Latina são regiões prioritárias, onde o acesso bancário é limitado mas a penetração de smartphones é crescente.
Contexto: o que esse crescimento representa?
Segundo a Exame, a Binance reafirma a liderança no mercado cripto com esses números. Um volume de US$ 1 trilhão em transações anuais é comparável ao PIB de países como a Holanda ou a Arábia Saudita — o que ilustra a escala que o mercado de criptoativos alcançou em menos de duas décadas de existência.
📌 Nota editorial
As projeções e declarações citadas nesta reportagem foram publicadas originalmente pela Exame e têm como base informações divulgadas pela própria Binance. O KriptoHoje reprocessou e contextualizou os dados para o leitor brasileiro, sem alterar os valores originais reportados.
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