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Bitcoin sobe com menor CPI dos EUA desde 2020

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O Bitcoin testou novamente a marca dos US$ 64 mil após dados de inflação americana surpreenderem o mercado, mas operadores seguem em alerta com a resistência histórica na região.

O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) dos Estados Unidos registrou em julho de 2024 a menor variação desde fevereiro de 2020, sinalizando uma desaceleração da inflação que animou mercados financeiros globais — e o mercado de criptoativos não ficou de fora. O Bitcoin (BTC) respondeu com uma alta expressiva, retornando à faixa dos US$ 64.000 em questão de horas após a divulgação do dado.

Segundo a Cointelegraph, o CPI avançou apenas 2,9% em base anual, abaixo das expectativas do consenso de mercado e do resultado anterior. O dado reforçou apostas de que o Federal Reserve pode iniciar cortes nas taxas de juros ainda em setembro, o que tende a favorecer ativos de risco como as criptomoedas.

A reação do BTC foi rápida, mas traders experientes mantiveram o ceticismo. A faixa de US$ 64 mil representa uma zona de resistência relevante no gráfico, e falhas anteriores nesse nível deixaram o mercado mais cauteloso em relação à sustentação do movimento de alta.

Leia tambem: guia completo de Bitcoin para iniciantes.

O que o CPI tem a ver com o Bitcoin?

O CPI é um dos principais termômetros da inflação nos EUA e influencia diretamente as decisões de política monetária do Federal Reserve. Quando a inflação cai, cresce a probabilidade de o banco central americano reduzir os juros — o que diminui a atratividade de ativos conservadores, como títulos do Tesouro, e pode direcionar capital para ativos alternativos, incluindo o Bitcoin.

📉 CPI de julho de 2024

Alta anual de 2,9%, abaixo das expectativas — menor leitura desde fevereiro de 2020. Sinal de desaceleração inflacionária nos EUA.

🟠 Reação do Bitcoin

BTC subiu rapidamente após o dado, retornando à zona dos US$ 64 mil — nível que funcionou como resistência em movimentos anteriores.

⚠️ Cautela dos traders

Apesar da alta, operadores permanecem atentos a uma possível rejeição no nível de US$ 64 mil, que já frustrou tentativas de rompimento anteriores.

🏦 Fed e corte de juros

O mercado precifica maior chance de corte de juros em setembro. Juros mais baixos historicamente beneficiam ativos de risco como criptomoedas.

Resistência em US$ 64 mil: ponto crítico a observar

A faixa de US$ 64 mil concentra uma série de ordens e representa um nível psicológico relevante para o BTC. Traders acompanham de perto se o preço consegue fechar acima dessa região de forma consistente — caso contrário, o movimento pode ser interpretado como mais um falso rompimento, o que historicamente pressiona o ativo para baixo no curto prazo.

O comportamento do Bitcoin nas próximas sessões deverá indicar se o dado macroeconômico foi suficiente para sustentar a demanda compradora ou se o mercado voltará a testar suportes inferiores. Analistas acompanhados pela Cointelegraph destacam que o volume de negociação e o posicionamento nos mercados de derivativos serão determinantes para a direção do movimento.

📌 Contexto macroeconômico

O mercado de criptoativos tem demonstrado correlação crescente com indicadores macroeconômicos americanos. Dados de inflação, decisões do Fed e relatórios de emprego passaram a funcionar como gatilhos frequentes de volatilidade para o Bitcoin e demais ativos digitais.

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Sócio investidor da KriptoBR. Acompanha mercado de criptoativos, fluxo de fundos institucionais e o comportamento dos ETFs de Bitcoin e Ethereum.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Edilson Lauro
Sócio investidor da KriptoBR. Acompanha mercado de criptoativos, fluxo de fundos institucionais e o comportamento dos ETFs de Bitcoin e Ethereum.

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