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BlackRock perde US$ 13,83 bi em portfólio cripto em 2026

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A BlackRock, maior gestora de ativos do planeta, acumulou perdas de US$ 13,83 bilhões em seu portfólio de criptomoedas ao longo de 2026, segundo dados divulgados pela Watcher Guru.

A BlackRock, instituição que administra cerca de US$ 10 trilhões em ativos globalmente, viu seu portfólio de criptomoedas encolher de forma expressiva em 2026. As perdas, que somaram US$ 13,83 bilhões, ocorreram em um cenário de correção generalizada dos mercados de ativos digitais e acenderam um debate sobre a exposição de grandes gestoras ao setor.

A companhia ingressou oficialmente no universo cripto em janeiro de 2024, quando lançou seu ETF de Bitcoin à vista nos Estados Unidos — produto que captou dezenas de bilhões de dólares em poucos meses e se tornou referência para outros fundos do segmento. A entrada da BlackRock foi interpretada pelo mercado como um sinal de maturidade institucional para o setor.

Segundo a Watcher Guru, as perdas refletem tanto a queda no valor de mercado do Bitcoin quanto de outros ativos digitais que compõem os produtos geridos pela empresa. O movimento evidencia que nem mesmo as maiores instituições financeiras do mundo estão imunes à volatilidade característica do mercado cripto.

Leia tambem: guia de Bitcoin em 2026.

📅 Entrada no mercado cripto

A BlackRock lançou seu ETF de Bitcoin à vista nos EUA em janeiro de 2024, tornando-se um dos maiores players institucionais do setor em tempo recorde.

📉 Magnitude das perdas

O portfólio cripto da gestora encolheu US$ 13,83 bilhões em 2026, reflexo da correção ampla dos mercados de ativos digitais ao longo do período.

🏦 Peso institucional

Com aproximadamente US$ 10 trilhões sob gestão, a BlackRock é a maior administradora de ativos do mundo. O episódio reforça o impacto da volatilidade cripto até em carteiras diversificadas.

🌐 Contexto de mercado

As perdas não são exclusivas da BlackRock: outros fundos e ETFs de criptoativos também registraram desempenho negativo no mesmo período, acompanhando a tendência global.

Volatilidade ainda é o maior desafio dos ETFs cripto

Mesmo com a aprovação regulatória nos EUA e a entrada de gigantes como a BlackRock, os ETFs de criptomoedas continuam sujeitos às oscilações bruscas dos ativos subjacentes. O caso reforça que a estrutura de fundo não elimina o risco inerente ao mercado de ativos digitais — algo que qualquer investidor precisa considerar antes de alocar capital nesse segmento.

Apesar das perdas registradas, a BlackRock não sinalizou intenção de reduzir sua presença no setor. Analistas apontam que, para gestoras com horizonte de longo prazo, oscilações anuais — mesmo que bilionárias em termos absolutos — representam uma fração relativamente pequena do patrimônio total administrado pela empresa.

O episódio, no entanto, serve como lembrete de que a adoção institucional de criptoativos não blindou o mercado contra ciclos de baixa. A discussão sobre gestão de risco em portfólios com exposição a ativos digitais segue relevante tanto para grandes fundos quanto para investidores individuais.

Importante: não damos recomendação de investimento

Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O KriptoHoje não é consultor de investimentos e não recomenda a compra, venda ou manutenção de qualquer ativo. Investimento em criptoativos envolve risco elevado de perda total.

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