Vice-presidente da Visa no Brasil vê stablecoins ganhando espaço em transações transfronteiriças e Bitcoin se firmando como alternativa de reserva financeira global.
O Tesouro americano quer definir por lei quem pode comercializar stablecoins nos EUA. Exchanges e plataformas DeFi seriam as mais impactadas a partir de 2027.
Da Argentina ao Brasil, trabalhadores recebem salários em stablecoins e empresas operam com dólares digitais. O movimento cresce, mas os riscos ainda são pouco discutidos.
A Tether, emissora do USDT, realizou sua primeira auditoria completa. O marco reforça a transparência da stablecoin mais usada no ecossistema Ethereum.
Regulador nomeado por Trump aprovou licença bancária para a World Liberty, permitindo à empresa ligada à família Trump emitir oficialmente a stablecoin USD1.
Stablecoins em dólar saltaram de 4,1% para quase 30% do volume cripto no Mercado Bitcoin entre 2024 e 2026, refletindo tendência global de US$ 320 bilhões no setor.
A KPMG concluiu a primeira auditoria completa da Tether por uma firma Big Four, confirmando reservas que superam passivos em US$ 6,814 bilhões ao fim de 2025.