Após regulamentar as exchanges, o Banco Central volta as atenções para staking e stablecoins, dois dos segmentos mais relevantes do mercado cripto brasileiro.
Comitê da Câmara americana aprova por ampla maioria bipartidária projeto que reescreve regras tributárias federais para staking, stablecoins e ativos digitais.
Documento do DoJ aponta que o Hamas direcionou apoiadores a plataformas específicas de cripto, alertando para evitar a Binance em transações de doações.
Nova regulação do Banco Central pode deixar mais de 90% das empresas de criptomoedas sem autorização para operar no Brasil, segundo estimativas do setor.
A versão revisada da lei CLARITY dos EUA traz novas exigências para protocolos DeFi que não são totalmente descentralizados e define regras para cooperativas de crédito.
Regras rigorosas do Banco Central para exchanges de criptomoedas devem deixar apenas cerca de 10 empresas no mercado regulado brasileiro, segundo projeções do setor.
A Europa encerrou a transição do MiCA com poucas aprovações. Agora o Brasil enfrenta o mesmo teste regulatório, com prazo final em outubro de 2026 para exchanges se licenciarem.