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Morgan Stanley leva cripto ao E*Trade com taxas competitivas

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Um dos maiores bancos de investimento dos Estados Unidos integra negociação de criptomoedas ao E*Trade, apostando em taxas reduzidas como diferencial competitivo no mercado de ativos digitais.

O Morgan Stanley está expandindo sua atuação no universo das criptomoedas. O banco americano anunciou a inclusão de negociação de ativos digitais em sua plataforma de investimentos E*Trade, com uma proposta que busca se destacar pelo custo menor em comparação às corretoras especializadas já consolidadas no setor.

Segundo a Livecoins, o banco adota a mesma estratégia que utilizou para o lançamento do MSBT, seu ETF de Bitcoin — que estreou em abril com taxas abaixo da média do mercado. A abordagem indica uma linha clara de posicionamento: entrar em segmentos de ativos digitais competindo diretamente pelo critério de custo de operação.

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E*Trade como porta de entrada para o varejo institucional

O E*Trade é uma das plataformas de corretagem mais conhecidas dos Estados Unidos, com milhões de usuários individuais. Ao incorporar criptomoedas nesse ambiente, o Morgan Stanley passa a oferecer acesso direto a ativos digitais para uma base de clientes que já está familiarizada com ações, fundos e renda fixa.

A movimentação acompanha uma tendência mais ampla de integração entre finanças tradicionais e ativos digitais. Bancos e gestoras globais têm buscado formas de oferecer exposição a criptomoedas dentro de estruturas reguladas, seja via ETFs, fundos ou plataformas de corretagem próprias.

💸 Taxas reduzidas

O Morgan Stanley posiciona o E*Trade com custos de negociação abaixo do praticado por corretoras cripto concorrentes, repetindo a estratégia do ETF MSBT.

🏦 Plataforma estabelecida

O E*Trade já conta com uma base consolidada de investidores de varejo nos EUA, o que amplia o alcance imediato da oferta de criptomoedas.

📊 Estratégia consistente

A entrada no mercado cripto segue o mesmo padrão do MSBT, ETF de Bitcoin lançado em abril: competir pela menor taxa como argumento principal.

🌐 Tendência global

O movimento faz parte de uma onda mais ampla de adoção institucional, com grandes bancos ocidentais buscando presença regulada no mercado de ativos digitais.

Bancos tradicionais avançam sobre território cripto

A decisão do Morgan Stanley não ocorre de forma isolada. Nos últimos meses, instituições financeiras tradicionais têm acelerado seu posicionamento em criptoativos, impulsionadas pela aprovação de ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos e por um ambiente regulatório gradualmente mais previsível.

Contexto: a corrida bancária por ativos digitais

Desde a aprovação dos ETFs de Bitcoin spot nos EUA, em janeiro de 2024, o interesse de grandes bancos por produtos e plataformas cripto cresceu de forma expressiva. O Morgan Stanley foi um dos primeiros a permitir que seus assessores de investimento recomendassem ETFs de Bitcoin a clientes qualificados — e agora vai além, com negociação direta via E*Trade.

Para o mercado, a entrada de uma instituição do porte do Morgan Stanley no varejo cripto por meio de uma plataforma já consolidada representa um sinal relevante de maturidade do setor. A disputa por taxas menores também tende a pressionar outros players a revisar suas estruturas de custo.

📰 Fonte

Esta reportagem é baseada em informações publicadas pela Livecoins. O KriptoHoje reescreve e contextualiza o conteúdo de forma independente para o leitor brasileiro.

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Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atende diariamente usuários de carteiras de hardware — configuração, recuperação de frase semente e boas práticas de autocustódia.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Nicolas Maia
Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atende diariamente usuários de carteiras de hardware — configuração, recuperação de frase semente e boas práticas de autocustódia.

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