O Santander amplia o acesso a criptoativos no Brasil: a partir de maio de 2026, todos os correntistas poderão negociar Bitcoin, Ethereum e outras criptos diretamente pelo aplicativo do banco.
O Santander Brasil anunciou que vai democratizar o acesso às criptomoedas dentro de sua própria plataforma digital. Até o fim de maio de 2026, a funcionalidade estará disponível para toda a base de clientes do banco — e não apenas para um grupo seleto de investidores, como ocorria até então.
Segundo a Livecoins, o movimento representa uma expansão significativa de uma iniciativa que já estava em curso há dois anos. Desde 2024, o banco vinha ofertando criptoativos a parte de seus clientes por meio da fintech Toro, plataforma de investimentos que integra o portfólio do grupo. Agora, a operação migra para o aplicativo oficial do Santander, sem intermediários externos.
A decisão segue uma tendência crescente entre grandes instituições financeiras tradicionais no Brasil, que passaram a enxergar os criptoativos como uma classe de ativos relevante para seus clientes de varejo — e não apenas para investidores qualificados.
Quais criptomoedas estarão disponíveis
A lista inicial de ativos confirmados para negociação no app do Santander inclui tanto as principais criptomoedas do mercado quanto algumas alternativas de menor capitalização. Confira os ativos disponíveis:
A maior criptomoeda do mundo por capitalização de mercado, considerada reserva de valor digital por muitos investidores institucionais.
Plataforma de contratos inteligentes e a segunda maior cripto do mercado, base para grande parte das aplicações descentralizadas e tokens.
Rede de escalabilidade do Ethereum, usada para transações mais rápidas e baratas em aplicações descentralizadas.
Dois projetos mais consolidados do ecossistema altcoin, com foco em pagamentos e eficiência de rede, respectivamente.
Para quem deseja entender melhor um dos ativos da lista, o Ethereum é frequentemente citado como a infraestrutura mais relevante do setor além do Bitcoin.
Leia tambem: guia completo de Ethereum.
O contexto por trás da expansão
A movimentação do Santander não acontece de forma isolada. Nos últimos anos, bancos de grande porte ao redor do mundo passaram a incorporar criptoativos em suas plataformas, pressionados tanto pela demanda dos clientes quanto pela evolução regulatória em diferentes jurisdições.
Banco tradicional, produto digital
Ao integrar criptoativos diretamente no seu app, o Santander reduz a fricção para o investidor de varejo: sem necessidade de abrir conta em corretora separada, transferir recursos ou aprender uma nova interface. A custódia e a negociação ficam centralizadas no mesmo ambiente bancário já familiar ao cliente.
No Brasil, o ambiente regulatório também avançou: o Banco Central e a CVM estabeleceram diretrizes mais claras para prestadores de serviços de ativos virtuais (VASPs), o que abre caminho para que instituições reguladas como o Santander ofereçam esses produtos com mais segurança jurídica.
Segundo a Livecoins, a oferta será feita diretamente pelo aplicativo do banco, o que representa uma mudança de estratégia em relação ao modelo anterior, que dependia da Toro como canal intermediário. A integração direta sugere que o Santander quer consolidar o produto como parte permanente de seu portfólio digital.
📌 Nota editorial
As informações desta reportagem foram apuradas com base em publicação da Livecoins. O KriptoHoje não confirma de forma independente detalhes operacionais não divulgados oficialmente pelo banco. Recomendamos consultar os canais oficiais do Santander para informações atualizadas sobre taxas, limites e condições de uso.
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