A estratégia de manter Bitcoin em tesouraria corporativa começa a rachar. Algumas empresas já liquidaram posições — e o mercado observa quem pode ser a próxima.
Exchanges de cripto estão redefinindo o acesso a ativos macro globais. O Bitcoin emerge como alternativa ao ouro na carteira de grandes investidores institucionais.
Michael Saylor defende que a adoção corporativa do Bitcoin não é opcional, mas necessária para que a criptomoeda funcione como dinheiro global de forma eficiente.
Uma empresa que adotou bitcoin como principal ativo de tesouraria vendeu 48% de suas reservas para quitar dívidas, levantando debates sobre os riscos do modelo corporativo com BTC.
Peter Brandt estuda trocar Bitcoin por ouro com base em ruptura técnica no índice XAU/BTC. O movimento reacendeu o eterno debate entre os dois ativos de reserva de valor.
Michael Saylor defende que o Bitcoin pode crescer 500 vezes com adoção financeira em larga escala, funcionando como camada base de um novo sistema de capital digital.