Visa e WeFi anunciam parceria para integrar stablecoins a sistemas de pagamento tradicionais e ampliar serviços bancários on-chain em mercados selecionados.
Volume de compras de criptoativos no Brasil chegou a R$ 34 bilhões no 1º tri de 2025, dobrando em relação ao ano anterior. Stablecoins lideram como porta de entrada ao dólar digital.
O BIS e os principais bancos centrais do mundo passaram a tratar stablecoins como uma ameaça monetária concreta, discutindo controle e regulação global.
O banco americano Morgan Stanley criou um fundo de mercado monetário dedicado a emissores de stablecoins, mirando a gestão de reservas e desafiando a liderança da BlackRock no segmento.
A Amazon Web Services integrou o protocolo x402 à sua infraestrutura, abrindo caminho para pagamentos em criptomoedas dentro de serviços de computação em nuvem.
Novo estudo aponta que o Brasil movimentou US$ 40 bilhões em criptomoedas no 1º trimestre, consolidando o país como o 5º maior mercado global do setor.