A Strive Asset Management anunciou a compra de 1.355 bitcoins por US$ 107,7 milhões, aproveitando o rompimento dos US$ 85 mil para ampliar sua exposição ao ativo digital.
A Strive Asset Management voltou a reforçar sua carteira de Bitcoin. A empresa anunciou a aquisição de 1.355 BTC ao preço médio de aproximadamente US$ 79.480 por unidade, totalizando um desembolso de US$ 107,7 milhões. A operação foi concluída após o Bitcoin superar a marca de US$ 85 mil, consolidando um novo patamar de preço no mercado.
Com a aquisição, a posição total da companhia chegou a 26.355 BTC, portfólio avaliado em mais de US$ 2,2 bilhões pela cotação vigente no momento do anúncio. A estratégia segue o modelo popularizado por empresas que adotam o Bitcoin como principal reserva de valor no balanço corporativo.
Segundo informações da RSS Feed do Portal Cripto, a compra representa um movimento deliberado da Strive para aumentar sua exposição ao Bitcoin em um momento de recuperação de preços. A empresa tem posicionado o ativo como proteção estrutural contra a desvalorização do dólar e a inflação de longo prazo.
Posição acumulada da Strive em Bitcoin
Com 26.355 BTC em carteira e uma posição avaliada acima de US$ 2,2 bilhões, a Strive figura entre as empresas com maior exposição corporativa ao Bitcoin no mundo. A última compra, de US$ 107,7 milhões, representa uma das maiores aquisições individuais já registradas pela companhia.
O movimento da Strive ocorre em um cenário em que o Bitcoin voltou a atrair atenção de investidores institucionais. O rompimento da barreira dos US$ 85 mil reacendeu o debate sobre novos máximos históricos e motivou outras empresas a revisitarem suas estratégias de alocação em ativos digitais.
A Strive desembolsou US$ 107,7 milhões para adquirir 1.355 BTC, ao preço médio de cerca de US$ 79.480 por unidade.
A empresa acumula agora 26.355 BTC, portfólio avaliado em mais de US$ 2,2 bilhões na cotação atual.
A compra foi anunciada após o Bitcoin superar a resistência dos US$ 85 mil, sinalando confiança na continuidade da valorização.
A Strive segue uma estratégia corporativa de acúmulo contínuo de BTC, modelo que ganhou força após as iniciativas pioneiras de outras empresas do setor.
Para analistas de mercado, compras dessa magnitude por parte de empresas listadas reforçam a narrativa do Bitcoin como reserva de valor institucional. A cada novo ciclo de alta, o número de companhias com BTC no balanço tende a crescer, reduzindo o volume disponível para negociação no mercado aberto.
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