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Coreia do Sul bloqueia 27 sites de exchanges de cripto

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O regulador sul-coreano ampliou o cerco a operadoras não registradas e barrou o acesso a 27 sites, entre eles KuCoin e MEXC. A medida preocupa clientes que ainda mantêm saldo nessas plataformas.

A Coreia do Sul bloqueia exchanges que operam no país sem registro. Segundo a CryptoSlate, a Unidade de Inteligência Financeira (FIU) divulgou em 13 de outubro decisões que barram o acesso doméstico a 27 sites de cripto, incluindo KuCoin e MEXC.

As decisões foram tomadas pelo órgão regulador de padrões de comunicação do país, após duas deliberações realizadas em 6 e 7 de outubro, a pedido da FIU.

Quais são as exigências para operar no país

A FIU afirma que provedores estrangeiros que atendem coreanos devem cumprir as mesmas regras de registro dos negócios locais. Isso inclui a certificação no Sistema de Gestão de Segurança da Informação (ISMS) da Coreia.

Para avaliar se uma empresa estrangeira atua no país, o regulador considera sites em coreano, marketing voltado a coreanos e suporte a pagamentos em won.

📱 Apps já limitados

Lojas de aplicativos já haviam barrado novas instalações e atualizações de operadoras não registradas. Em 26 de março de 2025, 17 apps do Google Play, incluindo KuCoin e MEXC, foram restringidos.

🌐 Agora, os sites

O bloqueio de endereços web amplia a restrição e pode dificultar o acesso à conta e o pedido de saque.

Saques de clientes ainda são incerteza

A própria FIU reconhece que o bloqueio pode causar restrições de saque ou outros transtornos a quem já tem ativos nas plataformas. O órgão pretende divulgar métodos e procedimentos detalhados de retirada por meio da DAXA, associação das exchanges sul-coreanas, com a cooperação das operadoras.

Por enquanto, trata-se de um compromisso futuro. O comunicado não traz cronograma por serviço nem uma rota de saque confirmada para clientes de KuCoin ou MEXC.

Alerta da FIU aos usuários

A FIU orienta retirar ativos e depósitos imediatamente após identificar uma operadora não registrada. Também pede que ninguém entregue chaves privadas, dados de login ou cópias de documentos a essas empresas.

Fiscalização sem esperar prejuízo

Segundo a CryptoSlate, as autoridades pretendem pedir bloqueios assim que detectarem atividade sem registro, sem aguardar perdas confirmadas de usuários ou decisão judicial. Também vão monitorar endereços substitutos e solicitar novas revisões se as operadoras continuarem atuando com outro endereço.

O que isso significa para quem investe no Brasil

A medida vale para a Coreia do Sul e não altera regras no Brasil. O caso mostra, porém, como reguladores podem restringir o acesso a exchanges sem registro local, e como isso afeta a custódia de quem mantém saldo em plataformas. Guardar ativos sob controle próprio é um tema recorrente nesse debate.

Leia também: guia completo de criptomoedas.

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CEO da KriptoBR, Revenda oficial de carteiras de hardware no Brasil. Acompanha a evolução regulatória do setor de criptoativos no país e seus efeitos práticos sobre quem guarda os próprios ativos.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Jefferson Rondolfo
CEO da KriptoBR, Revenda oficial de carteiras de hardware no Brasil. Acompanha a evolução regulatória do setor de criptoativos no país e seus efeitos práticos sobre quem guarda os próprios ativos.

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