Em pouco mais de uma semana, Bybit, Binance e Mercado Bitcoin pediram autorização ao Banco Central, enquanto o Itaú formalizou sua operação cripto por uma via exclusiva dos bancos.
A regulação de cripto no Brasil entrou na reta final. Segundo a BeInCrypto Brasil, as maiores plataformas que atuam no país protocolaram pedidos de autorização no Banco Central (BC) à medida que o prazo do Banco Central se aproxima.
A fonte não detalha, no trecho disponível, a data exata do prazo nem as regras de cada pedido. O quadro geral, porém, mostra corrida de empresas do setor e de instituições tradicionais para ficarem em dia com o regulador.
Quem já se movimentou antes do prazo do Banco Central
Protocolou pedido de autorização no Banco Central.
Também entrou com pedido de autorização junto ao BC.
Protocolou o pedido dentro da mesma janela de pouco mais de uma semana.
Maior banco privado do país, formalizou a operação por um caminho reservado aos bancos.
Dois caminhos para a mesma regulação
Enquanto as corretoras pediram autorização ao BC, o Itaú Unibanco seguiu rota própria, aberta apenas a instituições bancárias. A diferença indica que o regulador trata de forma distinta empresas especializadas em cripto e bancos que já operam sob supervisão.
Corrida na reta final
Três grandes plataformas pediram autorização em pouco mais de uma semana, e um grande banco formalizou sua operação. O movimento mostra que o setor se prepara para atuar dentro das novas regras.
O que isso significa para quem investe no Brasil
Para o usuário, o pedido de autorização não é garantia de aprovação nem de continuidade imediata dos serviços. Vale acompanhar comunicados da própria corretora e do Banco Central sobre o prazo e a situação de cada empresa.
Independentemente da regulação, a custódia segue como tema central. Para entender melhor o assunto, veja o guia completo de criptomoedas.
📌 Nota editorial
Esta matéria se baseia no título e no resumo divulgados pela BeInCrypto Brasil. Detalhes sobre o prazo e os pedidos não foram informados.
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