A Chainalysis estima o hack do Mercado Bitcoin em US$ 49 milhões em 17 blockchains. A exchange diz ter bloqueado US$ 11 milhões, promete que clientes não terão perdas e mantém os serviços suspensos.
Atualização de 03/11/2026, 11h03
Segundo a CryptoSlate, a Tether congelou mais de 4,5 milhões de USDT ligados ao ataque, e o CEO Paolo Ardoino confirmou o bloqueio em 2 de novembro. O analista on-chain Specter afirma que, com a atuação conjunta de pesquisadores de segurança e emissores de stablecoins, o total imobilizado passou de US$ 9 milhões em nove ativos, entre eles USDC, PAXG e RLUSD. A Arkham Intelligence identificou cerca de US$ 46 milhões em carteiras atribuídas ao invasor. A exchange divulgou endereços suspeitos de destino, mas não deu prazo de reabertura nem informou se suas reservas foram afetadas. Fonte: CryptoSlate
Atualização de 03/11/2026, 07h04
Segundo a The Defiant, a Chainalysis estima o hack do Mercado Bitcoin em US$ 49 milhões, distribuídos por 17 blockchains, valor acima dos US$ 46 milhões citados inicialmente. A própria exchange diz separadamente que US$ 11 milhões foram bloqueados e promete que os clientes não terão perdas. O acesso aos serviços da plataforma continua suspenso. Fonte: The Defiant
O hack do Mercado Bitcoin colocou uma das principais exchanges do Brasil no centro das atenções. Segundo a Cointelegraph, a plataforma pausou depósitos e saques depois de identificar a brecha de segurança.
A reportagem aponta que o furto soma US$ 46 milhões e que carteiras associadas ao episódio registraram movimentações após o ataque.
O que se sabe até agora
Depósitos e saques foram suspensos após a violação de segurança.
O montante citado pela Cointelegraph é de US$ 46 milhões.
Endereços ligados ao caso mostram transferências posteriores ao ataque.
A exchange afirma que fundos e dados dos clientes estão seguros.
A fonte original não detalha, no material disponível, como o ataque ocorreu nem quando as operações serão retomadas. Esses pontos dependem de novos comunicados da empresa.
Transferências após o ataque
Movimentações em carteiras ligadas ao furto costumam ser acompanhadas na blockchain, já que os registros são públicos. Isso permite rastrear fundos, mas não significa, por si só, que eles possam ser recuperados.
O que isso significa para quem investe no Brasil
Por ser uma exchange brasileira, o caso afeta diretamente usuários locais, que ficam temporariamente sem depositar e sacar. A empresa garante que os recursos e os dados estão protegidos.
O episódio reforça um debate recorrente sobre custódia: manter ativos em uma plataforma implica depender da segurança dela. Quem quiser entender melhor os fundamentos pode ler o guia completo de Bitcoin para iniciantes.
📌 Nota editorial
O caso segue em desenvolvimento. As informações aqui reproduzem o que foi divulgado pela Cointelegraph e pela própria exchange, e podem ser atualizadas.
Congelamentos e endereços rastreados
Segundo a CryptoSlate, a Tether bloqueou mais de 4,5 milhões de USDT ligados à violação. A emissora é investidora da exchange: anunciou em julho um aporte estratégico de US$ 20 milhões para apoiar a expansão em tokenização e pagamentos.
A Arkham Intelligence identificou cerca de US$ 46 milhões em carteiras atribuídas ao atacante, incluindo US$ 8,37 milhões em Ethereum, US$ 8,24 milhões em Bitcoin e US$ 1,76 milhão em PEPE.
A exchange publicou endereços suspeitos nas redes Bitcoin, compatíveis com Ethereum, Solana, Stellar e Tron para apoiar o rastreamento e eventual recuperação. Ela ainda não revelou a dimensão financeira do ataque nem se as reservas corporativas foram atingidas. A fonte diz que os investigadores não ligaram o caso a grupos associados à Coreia do Norte.
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Hacks de exchanges mostram o valor da autocustódia
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