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Hacks de bridges movem US$ 7 bi para a Chainlink

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Uma sequência de ataques a protocolos de bridge totalizando US$ 650 milhões no segundo trimestre de 2025 acelerou uma migração em massa para a infraestrutura cross-chain da Chainlink, que recebeu mais de US$ 7 bilhões em valor tokenizado no período.

O segundo trimestre de 2025 foi marcado por uma série de explorações contra pontes blockchain — os protocolos responsáveis por transferir ativos entre diferentes redes. Segundo revisão trimestral divulgada pela própria Chainlink e repercutida pelo portal CryptoSlate, o volume acumulado de perdas nesses ataques ultrapassou US$ 650 milhões, sacudindo a confiança em sistemas de bridging mais antigos.

O movimento acelerou uma reorientação estrutural do mercado: projetos de criptomoedas e instituições financeiras tradicionais passaram a migrar para o Chainlink CCIP (Cross-Chain Interoperability Protocol), a solução de interoperabilidade da empresa. O resultado foi uma entrada de mais de US$ 7 bilhões em valor tokenizado na infraestrutura da Chainlink apenas no trimestre.

A tendência não se restringe ao universo nativo de cripto. Firmas de finanças tradicionais — incluindo gestoras de ativos e bancos — aprofundaram sua presença em mercados de ativos tokenizados, utilizando o protocolo como camada de transporte entre redes públicas e privadas. Isso ampliou o papel da Chainlink em ambos os lados da economia digital.

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Por que as bridges antigas falharam?

Pontes blockchain de primeira e segunda geração costumam depender de contratos inteligentes monolíticos e conjuntos de validadores centralizados, tornando-se alvos previsíveis para atacantes sofisticados. Uma única vulnerabilidade em um contrato pode drenar toda a liquidez travada no protocolo em questão de minutos.

🔓 Vetor de ataque mais comum

Exploração de falhas em contratos de custódia e manipulação de oráculos de validação, permitindo saques não autorizados de fundos travados na bridge.

🔗 Resposta da indústria

Migração para protocolos com redes descentralizadas de oráculos e múltiplas camadas de verificação, modelo adotado pelo CCIP da Chainlink.

🏦 Adoção institucional

Bancos e gestoras de ativos passaram a utilizar o CCIP como camada de transporte para transferências cross-chain em mercados de ativos tokenizados.

📊 Volume no trimestre

Mais de US$ 7 bilhões em valor tokenizado foram transferidos para a infraestrutura da Chainlink no segundo trimestre de 2025, segundo dados da própria empresa.

O padrão que se repete nos hacks de bridge

Segundo a CryptoSlate, a onda de ataques do segundo trimestre seguiu um padrão já visto em explorações anteriores: protocolos que concentram grandes volumes de liquidez em contratos com governança limitada tornam-se alvos prioritários. A lição recorrente é que a segurança da infraestrutura cross-chain importa tanto quanto a segurança das carteiras individuais — e falhas nesse nível afetam simultaneamente milhares de usuários.

📌 Nota editorial

Os dados citados nesta reportagem têm como base a revisão trimestral publicada pela própria Chainlink e reportagem do portal CryptoSlate. O KriptoHoje não verificou de forma independente os números divulgados pela empresa. Leitores devem considerar que relatórios produzidos por empresas sobre seu próprio crescimento podem conter viés de seleção nas métricas apresentadas.

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Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atende diariamente usuários de carteiras de hardware — configuração, recuperação de frase semente e boas práticas de autocustódia.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Nicolas Maia
Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atende diariamente usuários de carteiras de hardware — configuração, recuperação de frase semente e boas práticas de autocustódia.

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