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Brasileiros movimentam R$ 1,5 bi em cripto por dia

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Dados oficiais da Receita Federal mostram que o mercado cripto brasileiro acelerou no primeiro semestre de 2026, com volume diário de R$ 1,5 bilhão e crescimento de 21% sobre o mesmo período de 2025.

O mercado de criptoativos no Brasil bateu números expressivos no primeiro semestre de 2026. Segundo levantamento da Receita Federal, as operações com criptomoedas totalizaram R$ 283 bilhões entre janeiro e junho — o equivalente a cerca de R$ 1,5 bilhão movimentado por dia. O resultado representa uma alta de 21% em relação ao mesmo período de 2025, evidenciando a expansão contínua do setor no país.

Os dados foram divulgados pela Receita Federal e repercutiram em diferentes veículos do mercado financeiro. Segundo a Criptomoedas – InvestNews, os números reforçam que o Brasil segue como um dos maiores mercados de criptomoedas da América Latina, com volume crescente tanto em declarações quanto em operações reportadas ao Fisco.

O crescimento do volume declarado também reflete o avanço das obrigações de compliance impostas à exchanges e aos próprios contribuintes. Desde 2019, a Receita exige que corretoras nacionais reportem mensalmente as transações de seus clientes, o que ampliou a base de dados disponível para o órgão monitorar o setor.

Por que os dados da Receita importam?

O levantamento vai além de uma fotografia do mercado. Ele sinaliza a crescente fiscalização sobre ganhos de capital com criptoativos e a importância de declarar corretamente as operações no Imposto de Renda. Quem omite informações ou declara incorretamente fica sujeito a multas e autuações.

📊 Volume total (1º sem. 2026)

R$ 283 bilhões em operações com criptoativos declarados à Receita Federal entre janeiro e junho de 2026.

📈 Crescimento anual

Alta de 21% em relação ao mesmo semestre de 2025, indicando expansão consistente do mercado brasileiro.

💸 Média diária

Aproximadamente R$ 1,5 bilhão por dia — volume que coloca o Brasil entre os maiores mercados cripto da região.

🏛️ Obrigação de reporte

Exchanges nacionais são obrigadas a reportar transações mensalmente à Receita desde 2019, ampliando a rastreabilidade do setor.

Para o contribuinte, o recado é direto: com esse nível de rastreamento, a Receita Federal tem condições de cruzar informações declaradas com os dados enviados pelas corretoras. Divergências podem disparar malha fina ou notificações automáticas.

Declaração de cripto: o que você precisa saber

Ganhos com criptomoedas acima de R$ 35 mil em vendas por mês estão sujeitos à tributação pelo Imposto de Renda, com alíquotas que variam entre 15% e 22,5% sobre o lucro. Mesmo quem não ultrapassou esse limite deve declarar os saldos mantidos em carteiras como bens e direitos. A omissão pode resultar em multas e juros retroativos.

Com o volume de operações em alta, a correta escrituração das transações — incluindo preço médio de aquisição, data das operações e identificação das corretoras utilizadas — tornou-se uma necessidade para qualquer investidor ativo no mercado de criptoativos.

Leia tambem: como declarar Bitcoin no IR 2026.

📰 Fonte

Esta reportagem é baseada em dados divulgados pela Receita Federal e noticiados pela Criptomoedas – InvestNews em setembro de 2026. Acesse o original em investnews.com.br.

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CEO da KriptoBR, Revenda oficial de carteiras de hardware no Brasil. Acompanha a evolução regulatória do setor de criptoativos no país e seus efeitos práticos sobre quem guarda os próprios ativos.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Jefferson Rondolfo
CEO da KriptoBR, Revenda oficial de carteiras de hardware no Brasil. Acompanha a evolução regulatória do setor de criptoativos no país e seus efeitos práticos sobre quem guarda os próprios ativos.

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