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BTG vê Bitcoin como oportunidade rara após queda de 25%

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O BTG Pactual divulgou relatório apontando que a correção do Bitcoin em 2026 — com queda superior a 50% em relação à máxima histórica de US$ 126 mil — pode configurar uma das janelas mais relevantes dos últimos anos para investidores de longo prazo.

O Bitcoin (BTC) acumula uma desvalorização de mais de 25% em 2026, após ter atingido sua máxima histórica de US$ 126 mil em outubro de 2025. A queda expressiva tem gerado cautela entre parte dos investidores, mas o BTG Pactual enxerga o cenário de forma diferente: para o banco, esse tipo de correção profunda pode representar um dos momentos mais relevantes para quem tem horizonte de investimento de longo prazo.

Segundo a Money Times, o relatório do BTG destaca que uma desvalorização superior a 50% em relação ao topo histórico é um padrão que, historicamente, antecedeu recuperações significativas do ativo. O banco ressalta que ciclos anteriores de bear market apresentaram dinâmicas semelhantes antes de novas altas estruturais.

Para quem deseja entender melhor a estrutura e o funcionamento do ativo antes de tomar qualquer decisão, vale conferir o guia completo de Bitcoin para iniciantes.

O que o BTG analisa no ciclo atual

A análise do BTG Pactual leva em conta o comportamento histórico do Bitcoin em ciclos de queda. Em movimentos anteriores, correções dessa magnitude — acima de 50% em relação ao pico — foram seguidas por períodos de acumulação e, posteriormente, de valorização expressiva. O banco não ignora os riscos, mas posiciona o momento como relevante dentro de uma perspectiva de longo prazo.

📉 Queda em 2026

O Bitcoin acumula mais de 25% de desvalorização no ano, saindo de US$ 126 mil (máxima de outubro de 2025) para patamares significativamente menores.

🏦 Visão do BTG

O BTG Pactual classifica o momento como potencialmente uma das melhores janelas históricas, baseando-se em padrões de ciclos anteriores do ativo.

📊 Referência histórica

Correções superiores a 50% em relação ao topo histórico do BTC antecederam, em ciclos passados, fases de recuperação e acumulação estrutural.

⚠️ Risco permanece

O banco não descarta volatilidade adicional. Criptoativos seguem sendo ativos de alto risco, e o cenário macroeconômico global ainda impõe incertezas relevantes.

Contexto: o que é uma correção de 50%?

Quando o Bitcoin recua mais de 50% em relação ao seu pico histórico, analistas costumam classificar o movimento como um bear market profundo. Esses períodos são marcados por forte pressão vendedora, saída de capital especulativo e, em alguns casos, liquidações em massa. Historicamente, foram também os momentos em que investidores de longo prazo — os chamados “HODLers” — aumentaram suas posições.

O relatório do BTG não ignora os riscos do ambiente atual. O cenário macroeconômico global — com incertezas sobre juros nos Estados Unidos, tensões geopolíticas e volatilidade nos mercados tradicionais — segue sendo um fator de pressão sobre ativos de risco, incluindo as criptomoedas.

Ainda assim, o banco mantém a tese de que o Bitcoin consolidou seu papel como reserva de valor digital ao longo dos últimos ciclos, e que correções dessa magnitude, quando analisadas em perspectiva histórica, tendem a ser absorvidas por investidores com horizontes mais longos.

📰 Nota editorial

As análises mencionadas nesta reportagem são de autoria do BTG Pactual e foram divulgadas originalmente pela Money Times. O KriptoHoje reproduz e contextualiza o conteúdo com caráter exclusivamente jornalístico, sem emitir recomendação de investimento.

Importante: não damos recomendação de investimento

Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O KriptoHoje não é consultor de investimentos e não recomenda a compra, venda ou manutenção de qualquer ativo. Investimento em criptoativos envolve risco elevado de perda total.

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