A OranjeBTC marca para 15 de setembro o lançamento do DIGY11 na B3 — o primeiro ETF brasileiro dedicado a empresas com reservas em Bitcoin, estruturado pelo Itaú BBA.
O mercado brasileiro de ativos digitais ganha um novo marco nesta semana. A OranjeBTC, identificada pelo ticker OBTC3 e considerada a maior Bitcoin Treasury da América Latina, confirmou que o seu Digital Yield ETF, cujo código de negociação na bolsa será DIGY11, começa a ser negociado na B3 na próxima terça-feira, 15 de setembro, a partir das 9h.
Segundo a Money Times, o Itaú BBA atuará como estruturador e distribuidor do produto. A participação de um dos maiores bancos de investimento do país na operação é vista como um sinal de amadurecimento do segmento de criptoativos no Brasil e de crescente interesse institucional por produtos lastreados em Bitcoin.
O DIGY11 será o primeiro ETF listado na B3 com foco exclusivo em empresas que adotam o modelo de Bitcoin Treasuries — isto é, companhias que mantêm Bitcoin como reserva de valor em seus balanços, à semelhança do que empresas como a MicroStrategy popularizaram no mercado norte-americano.
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O que é um ETF de Bitcoin Treasuries?
Diferente dos ETFs de Bitcoin à vista — que detêm a criptomoeda diretamente —, um ETF de Bitcoin Treasuries investe em ações de empresas que possuem Bitcoin como ativo estratégico no balanço. O investidor ganha exposição indireta ao desempenho do Bitcoin por meio da performance dessas companhias.
15 de setembro de 2026, a partir das 9h, na B3.
Itaú BBA, um dos maiores bancos de investimento do Brasil.
DIGY11 — Digital Yield ETF, da OranjeBTC (OBTC3).
Primeiro ETF de Bitcoin Treasuries da América Latina listado em bolsa.
Contexto: a tendência global de Bitcoin Treasuries
Nos últimos anos, empresas de capital aberto ao redor do mundo passaram a adotar Bitcoin como reserva estratégica em substituição parcial ao caixa em moeda fiduciária. No Brasil, a OranjeBTC é a pioneira nesse modelo. O lançamento do DIGY11 representa a primeira vez que investidores brasileiros poderão acessar essa tese diretamente pela B3, sem precisar operar em exchanges de criptomoedas.
A escolha do Itaú BBA como parceiro na distribuição agrega credibilidade regulatória e capilaridade de distribuição ao produto. O banco possui ampla base de clientes institucionais e de alta renda, o que pode ampliar significativamente o alcance do DIGY11 nos primeiros meses de negociação.
📰 Fonte
As informações desta reportagem foram apuradas com base em publicação do portal Money Times. O KriptoHoje reescreveu e contextualizou o conteúdo de forma independente.
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