Um ataque ao Coldcard respondeu por mais de US$ 100 milhões das perdas registradas em julho de 2026, mês que acumulou US$ 247 milhões em furtos cripto — o segundo pior resultado do ano.
Julho de 2026 entrou para a lista dos meses mais prejudiciais ao ecossistema cripto em toda a história do ano. Segundo a Cointelegraph.com News, o total de ativos roubados no período chegou a US$ 247 milhões, posicionando julho como o segundo pior mês de 2026 em volume de perdas por ataques e explorações maliciosas.
O principal responsável pelo resultado negativo foi um exploit direcionado ao Coldcard, carteira de hardware amplamente utilizada por holders que priorizam a custódia própria de ativos digitais. O ataque sozinho teria causado prejuízos superiores a US$ 100 milhões, representando mais de 40% do total registrado no mês.
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O que se sabe sobre o exploit do Coldcard
Detalhes técnicos completos sobre o vetor de ataque ainda estão sendo apurados pela comunidade de segurança. O que já é público é que a exploração resultou em movimentações não autorizadas de fundos em escala relevante, acendendo um alerta para usuários de dispositivos de custódia própria.
O Coldcard é considerado por muitos especialistas uma das carteiras físicas mais robustas do mercado, voltada especificamente para usuários avançados de Bitcoin. Por isso, a magnitude do incidente surpreendeu parte do setor e reabriu debates sobre os limites da segurança em hardware wallets.
Julho acumulou US$ 247 milhões em perdas por ataques e exploits, ficando atrás apenas do mês mais crítico registrado no ano.
O ataque ao dispositivo de hardware representou mais de 40% do total de perdas registradas em julho de 2026.
O incidente reacendeu o debate sobre as garantias reais de segurança em dispositivos de custódia própria voltados para usuários avançados.
Os dados de julho reforçam um padrão de perdas elevadas ao longo de 2026, com atores maliciosos cada vez mais sofisticados.
Contexto: 2026 e a escalada dos ataques cripto
O ano de 2026 tem sido marcado por uma frequência elevada de incidentes de segurança no ecossistema de ativos digitais. Protocolos DeFi, exchanges centralizadas e agora dispositivos de custódia física figuram entre os alvos mais visados por agentes maliciosos.
O que dizem os dados
Segundo a Cointelegraph.com News, julho de 2026 encerrou como o segundo mês mais prejudicial do ano em perdas por exploits e roubos cripto, com US$ 247 milhões em ativos subtraídos. O exploit do Coldcard, com mais de US$ 100 milhões em prejuízos, foi o evento isolado de maior impacto no período.
Especialistas em segurança têm reforçado que nenhuma solução de armazenamento é completamente imune a falhas — seja por vulnerabilidades no firmware, engenharia social ou falhas na cadeia de suprimentos. A recomendação geral é manter dispositivos atualizados, adquiri-los apenas por canais oficiais e seguir boas práticas de segurança operacional.
📌 Nota editorial
As informações sobre o exploit do Coldcard e os dados consolidados de perdas em julho de 2026 foram reportadas originalmente pela Cointelegraph.com News. O KriptoHoje acompanha o desenvolvimento do caso e atualizará a cobertura conforme novos detalhes técnicos forem divulgados publicamente.
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