A Lumx apresenta o Stable Operator Map, primeiro mapa colaborativo da América Latina dedicado às empresas que atuam com stablecoins — lançado durante a Stable Conference, da Bitso.
A Lumx, empresa brasileira especializada em infraestrutura de pagamentos com stablecoins, apresentou nesta semana o Stable Operator Map: um mapa vivo e colaborativo que concentra, pela primeira vez em um único recurso, as principais empresas que operam com stablecoins na América Latina. O lançamento ocorreu no primeiro dia da Stable Conference, evento anual organizado pela Bitso, uma das maiores exchanges da região.
Segundo informações publicadas pela Livecoins, a iniciativa nasceu da necessidade de mapear de forma estruturada um ecossistema que cresce de maneira acelerada na região — mas que ainda carecia de uma fonte de consulta centralizada e acessível ao mercado.
A ideia por trás do projeto é simples: qualquer empresa que atue no segmento de stablecoins — seja como emissora, plataforma de pagamento, exchange ou provedor de liquidez — pode solicitar inclusão no mapa, tornando-o um recurso coletivo e dinâmico para o setor. O documento funciona como um retrato vivo da indústria latino-americana de ativos digitais estáveis.
O que é e para quem serve o Stable Operator Map
O Stable Operator Map foi concebido como uma ferramenta de referência para diferentes públicos do mercado cripto: investidores institucionais que buscam parceiros operacionais na região, startups que querem entender o cenário competitivo, reguladores interessados em compreender os agentes do setor e empresas que desejam visibilidade dentro do ecossistema.
Qualquer operador da América Latina pode solicitar inclusão, mantendo o mapa atualizado e representativo do mercado real.
O mapa reúne emissoras, exchanges, plataformas de pagamento e provedores de liquidez que atuam com stablecoins na região.
A estreia na Stable Conference, da Bitso, garantiu visibilidade imediata entre os principais players do setor latino-americano.
Diferente de relatórios estáticos, o Stable Operator Map é atualizado continuamente conforme novos operadores ingressam no ecossistema.
Lumx e o crescimento das stablecoins no Brasil
A Lumx tem se posicionado como uma das principais referências brasileiras em infraestrutura para pagamentos com moedas estáveis. A empresa oferece soluções que permitem a empresas e desenvolvedores integrarem pagamentos em stablecoins em seus fluxos operacionais, sem a necessidade de construir toda a camada técnica do zero.
O contexto é favorável: o uso de stablecoins para remessas internacionais, pagamentos B2B e preservação de valor em economias com moedas voláteis tem crescido de forma consistente em países como Brasil, México, Argentina e Colômbia. A América Latina tornou-se um dos mercados mais ativos para esse tipo de ativo digital.
Por que stablecoins importam para a região?
Em países com histórico de inflação elevada e restrições cambiais, as stablecoins — especialmente as atreladas ao dólar americano — funcionam como alternativa para proteger o poder de compra e facilitar transações internacionais com menores custos e prazos mais curtos do que o sistema bancário tradicional.
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📌 Nota editorial
A iniciativa da Lumx reflete uma tendência observada globalmente: a necessidade de maior transparência e organização no ecossistema de stablecoins. Mapeamentos colaborativos como esse auxiliam reguladores, investidores e o próprio mercado a compreenderem melhor quem são os agentes envolvidos — algo relevante especialmente em um momento em que marcos regulatórios para stablecoins ganham espaço em diversas jurisdições.
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