A Tether, emissora da stablecoin USDT, investiu US$ 20 milhões no Mercado Bitcoin para impulsionar a expansão da exchange brasileira na América Latina.
A convergência entre bancos tradicionais e infraestrutura blockchain avança na América Latina, transformando o sistema financeiro em um modelo híbrido e digital.
Stablecoins atreladas ao dólar superaram o Bitcoin em compras de criptoativos na América Latina, impulsionadas pela busca por proteção cambial e infraestrutura financeira.
A Lumx, empresa brasileira de infraestrutura de pagamentos, apresenta o Stable Operator Map, mapa colaborativo com os operadores de stablecoin da América Latina.
Relatório da Rain revela que a América Latina movimentou US$ 1,5 trilhão em cripto nos últimos três anos, com stablecoins dolarizadas liderando as transações.
Stablecoins avançam além do mercado cripto e passam a sustentar pagamentos cotidianos, remessas internacionais e transações corporativas em todo o mundo.
Ripple e Bitso ampliam colaboração para impulsionar liquidações empresariais com stablecoin regulamentada lastreada em peso mexicano na América Latina.