InícioBitcoinStrive ultrapassa 21 mil BTC com compra de US$ 81,5 mi

Strive ultrapassa 21 mil BTC com compra de US$ 81,5 mi

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A Strive Asset Management anunciou nova aquisição de Bitcoin, elevando suas reservas a mais de 21 mil BTC e impulsionando suas ações na Nasdaq em mais de 11% em um único pregão.

A Strive Asset Management, empresa norte-americana com estratégia de tesouraria baseada em Bitcoin, confirmou a compra de 1.110 BTC por aproximadamente US$ 81,5 milhões. Com a operação, o total acumulado pela companhia chegou a 21.356 Bitcoin, consolidando-a entre as empresas listadas em bolsa com maior exposição ao ativo digital.

Segundo a Cointelegraph.com News, o preço médio pago pela empresa nessa rodada de compras foi de US$ 73.409 por unidade. O anúncio foi suficiente para movimentar o mercado: as ações ASST, negociadas na Nasdaq, registraram valorização superior a 11% no pregão seguinte à divulgação.

A estratégia da Strive segue o modelo popularizado pela MicroStrategy (hoje rebatizada Strategy), que consiste em utilizar o balanço patrimonial da empresa para acumular Bitcoin como reserva de valor de longo prazo. Esse modelo ganhou tração entre companhias abertas que buscam proteger capital contra a inflação e a desvalorização de moedas fiduciárias.

Leia tambem: guia completo de Bitcoin para iniciantes.

O que os números revelam

🟠 Total em BTC acumulado

A Strive detém agora 21.356 Bitcoin em sua tesouraria, posicionando-se como uma das maiores detentoras corporativas do ativo.

💵 Valor da última aquisição

A compra mais recente totalizou US$ 81,5 milhões, com preço médio de US$ 73.409 por BTC.

📈 Reação das ações ASST

Os papéis da Strive na Nasdaq subiram mais de 11% após o anúncio da nova compra de Bitcoin.

🏦 Modelo de tesouraria BTC

A estratégia replica o modelo da Strategy (ex-MicroStrategy), usando o balanço corporativo para acumular Bitcoin sistematicamente.

Tendência corporativa em expansão

O movimento da Strive integra uma tendência mais ampla de empresas listadas em bolsa que adotam Bitcoin como ativo de reserva. Nos últimos dois anos, o número de companhias abertas com posições relevantes em BTC cresceu de forma consistente, atraindo atenção de investidores institucionais e varejistas que buscam exposição indireta ao ativo sem custodiar as moedas diretamente.

A adoção corporativa de Bitcoin como reserva de tesouraria ganhou força especialmente após a aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos, que legitimaram o ativo perante gestores tradicionais. Empresas como a Strive apostam que manter BTC no balanço pode gerar valor superior ao de instrumentos convencionais de caixa, como títulos do Tesouro norte-americano.

O mercado reagiu positivamente ao anúncio, mas analistas alertam que a volatilidade do Bitcoin pode impactar significativamente os resultados financeiros dessas companhias em períodos de queda prolongada do ativo. A correlação entre o preço do BTC e as ações de empresas com essa estratégia tende a ser elevada, o que amplifica tanto ganhos quanto perdas para os acionistas.

📰 Fonte

As informações desta reportagem têm como base matéria publicada pela Cointelegraph.com News, veículo internacional especializado em criptomoedas e ativos digitais.

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Sócio investidor da KriptoBR. Acompanha mercado de criptoativos, fluxo de fundos institucionais e o comportamento dos ETFs de Bitcoin e Ethereum.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Edilson Lauro
Sócio investidor da KriptoBR. Acompanha mercado de criptoativos, fluxo de fundos institucionais e o comportamento dos ETFs de Bitcoin e Ethereum.

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