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Swift lança rede blockchain com Itaú e outros 16 bancos

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A Swift, cooperativa global de mensageria financeira, anunciou um projeto-piloto de rede de pagamentos internacionais baseada em blockchain, com a participação do Itaú e de outros 16 bancos globais.

A Swift — infraestrutura responsável por boa parte das transferências financeiras entre países — deu um passo significativo em direção à modernização do sistema financeiro global. A cooperativa anunciou um piloto de rede de pagamentos internacionais baseada em blockchain, com a participação do Itaú e de mais 16 instituições financeiras ao redor do mundo.

O projeto permite que os bancos participantes realizem transações 24 horas por dia, 7 dias por semana, em um ambiente digital que utiliza depósitos tokenizados — uma forma de representar valores em dinheiro diretamente em redes blockchain, sem a necessidade de criptomoedas tradicionais como o Bitcoin.

Para quem está começando no universo das finanças digitais, vale entender o conceito por trás dessa iniciativa. Consulte nosso guia completo de criptomoedas para entender como a tecnologia blockchain funciona na prática.

O que são depósitos tokenizados?

Tokenização é o processo de converter um ativo real — como o dinheiro depositado em um banco — em um registro digital em uma blockchain. No caso dos depósitos tokenizados, o valor continua sendo emitido e garantido pelo banco, mas passa a circular em formato digital programável.

Isso significa que uma transferência internacional que hoje pode levar dias úteis e envolver múltiplos intermediários pode, em tese, ser concluída em segundos, com maior rastreabilidade e menor custo operacional.

🏦 Participação do Itaú

O Itaú é o único banco brasileiro confirmado no piloto, representando uma das maiores instituições financeiras da América Latina na iniciativa global da Swift.

🕐 Disponibilidade contínua

As transações poderão ser realizadas a qualquer hora, todos os dias, superando a limitação dos sistemas bancários tradicionais que operam apenas em dias úteis e horários comerciais.

🔗 Tecnologia blockchain

A rede utiliza blockchain como infraestrutura para registro e liquidação de transferências, trazendo mais transparência e rastreabilidade ao processo.

🌐 17 bancos globais

Além do Itaú, outras 16 instituições financeiras de diferentes países integram o consórcio-piloto, indicando alcance internacional desde o início do projeto.

Por que isso importa para o sistema financeiro?

A Swift conecta mais de 11 mil instituições financeiras em mais de 200 países. Qualquer mudança em sua infraestrutura afeta diretamente a forma como bancos, empresas e governos movimentam recursos ao redor do planeta.

Segundo a Exame, as instituições financeiras envolvidas no piloto poderão fazer transações em ambiente digital com depósitos tokenizados, operando fora dos horários convencionais do mercado financeiro tradicional.

Contexto: bancos tradicionais e blockchain

A adoção de tecnologia blockchain por grandes bancos e cooperativas como a Swift representa uma convergência entre o sistema financeiro tradicional e a infraestrutura das finanças digitais. Diferentemente das criptomoedas descentralizadas, iniciativas como essa mantêm os bancos como intermediários, mas utilizam a eficiência do registro distribuído para modernizar processos de liquidação e transferência.

O anúncio ocorre em um momento em que bancos centrais de diversas nações, incluindo o Brasil com o Drex, investigam ativamente a tokenização de moedas e ativos financeiros. A iniciativa da Swift, porém, parte do setor privado e foca em pagamentos interbancários internacionais, não em moeda digital de banco central.

📌 Nota editorial

O piloto ainda está em fase de testes e não há confirmação de prazo para implementação comercial em larga escala. A participação do Itaú sinaliza interesse do mercado brasileiro, mas os detalhes técnicos e regulatórios da operação seguem em desenvolvimento.

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Analista de suporte técnico da KriptoBR. Trabalha com configuração de carteiras de hardware e diagnóstico de problemas de autocustódia relatados por clientes.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Marcio Fagundes
Analista de suporte técnico da KriptoBR. Trabalha com configuração de carteiras de hardware e diagnóstico de problemas de autocustódia relatados por clientes.

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