Especialista alerta que a Coreia do Norte lucra cerca de US$ 1 bilhão por ano com crimes cibernéticos cripto, usando engenharia social cada vez mais sofisticada como principal vetor de ataque.
Juiz federal em Manhattan autorizou o Arbitrum DAO a transferir US$ 71 milhões em Ether congelado, vinculado a hack norte-coreano, para o protocolo Aave, preservando direitos de vítimas.
A Ripple divulgou inteligência sobre ameaças atribuídas à Coreia do Norte enquanto o incidente de US$ 280 mi do Drift expõe a ascensão da engenharia social no cripto.
Pyongyang rebateu as acusações internacionais de ataques hackers a redes de criptomoedas, classificando-as como "calúnia", enquanto dados do setor indicam cifras bilionárias.
Pyongyang rejeita acusações de ciberataques ao setor cripto, mas investigadores de blockchain apontam a RPDC como responsável por perdas bilionárias em protocolos DeFi.
Analistas alertam que grupos hackers ligados à Coreia do Norte podem intensificar ataques a exchanges e protocolos cripto em 2026, com perdas estimadas em até US$ 1,2 bilhão.
Grupos ligados à Coreia do Norte dominaram o cenário de hacks cripto em 2026, concentrando 76% das perdas totais em apenas quatro meses, conforme relatório da TRM Labs.