Exchanges de cripto estão redefinindo o acesso a ativos macro globais. O Bitcoin emerge como alternativa ao ouro na carteira de grandes investidores institucionais.
Bitcoin avançou acima de US$ 66 mil com entrada de capital em ETFs e redução dos saldos nas exchanges, aliviando a pressão vendedora que pesava desde maio.
Pela primeira vez, ativos do mundo real tokenizados superaram memecoins como categoria mais listada nas grandes exchanges centralizadas no primeiro semestre de 2026.
Fundador da CryptoQuant aponta que petróleo, metais e ações já movimentam volumes expressivos em exchanges cripto, sinalizando uma transformação estrutural do setor.
Proposta legislativa busca elevar as exigências regulatórias para exchanges de criptomoedas no Brasil, com foco em capital mínimo, governança e sede obrigatória no país.
Proposta legislativa nascida da CPI das Pirâmides quer garantir em lei que os ativos dos clientes sejam separados do patrimônio das corretoras de criptomoedas.