InícioNotíciasCopa do Mundo impulsiona mercados de previsão a recorde

Copa do Mundo impulsiona mercados de previsão a recorde

-

A Copa do Mundo da FIFA catalisou um volume histórico nos mercados de previsão em junho: a Kalshi registrou US$ 9 bilhões negociados em um único mês, segundo dados da DefiLlama.

O mês de junho de 2025 ficará marcado na história dos mercados de previsão descentralizados. A plataforma Kalshi encerrou o período com um volume de negociação superior a US$ 9 bilhões, o maior já registrado desde sua fundação. O principal catalisador do desempenho foi a edição expandida da Copa do Mundo da FIFA, que reuniu 48 seleções e gerou um fluxo inédito de apostas e contratos de evento nos mercados on-chain e regulados.

Segundo a Cointelegraph.com News, os dados compilados pela DefiLlama mostram que o torneio esportivo funcionou como um acelerador orgânico de adoção para esse segmento, atraindo tanto usuários habituais de plataformas de DeFi quanto participantes completamente novos no ecossistema cripto. O fenômeno evidencia como eventos do mundo real podem servir de ponte entre o público geral e as finanças descentralizadas.

Leia também: o que é DeFi e como funciona.

O que são mercados de previsão e por que crescem

Os mercados de previsão permitem que participantes negociem contratos binários atrelados ao resultado de eventos futuros — sejam esportivos, políticos ou econômicos. Em vez de apostas tradicionais, o preço de cada contrato reflete a probabilidade coletiva estimada pelo mercado, funcionando como um mecanismo de agregação de informações.

A Kalshi, plataforma regulada pela CFTC (Commodity Futures Trading Commission) nos Estados Unidos, ocupa posição de destaque nesse segmento. Ao lado de concorrentes descentralizados como Polymarket, ela tem expandido a oferta de mercados cobertos, incluindo resultados eleitorais, decisões de bancos centrais e, agora, partidas da Copa do Mundo.

📈 Volume recorde em junho

A Kalshi superou US$ 9 bilhões em contratos negociados em um único mês, novo marco histórico da plataforma, conforme DefiLlama.

⚽ Copa do Mundo como catalisador

O formato expandido com 48 seleções ampliou o número de partidas e, consequentemente, os mercados disponíveis para negociação de resultados.

🏛️ Regulação como diferencial

A Kalshi opera sob supervisão da CFTC, o que diferencia sua proposta dos protocolos totalmente descentralizados como o Polymarket.

🌐 Adoção ampliada

O torneio atraiu usuários fora do perfil típico de DeFi, sinalizando potencial de crescimento da base de participantes nos mercados de previsão.

Eventos reais como motor do DeFi

O desempenho de junho reacende o debate sobre como acontecimentos esportivos e políticos de grande audiência podem acelerar a adoção de produtos financeiros descentralizados. Quando um evento mobiliza bilhões de pessoas, os mercados de previsão tornam-se uma camada de participação financeira acessível — e mensurável — para o público global.

O crescimento do segmento não é isolado. Plataformas como Polymarket já haviam registrado volumes expressivos durante as eleições presidenciais norte-americanas de 2024, mostrando que o apetite por contratos de evento vai além do universo cripto nativo. A Copa do Mundo de 2025 confirma essa tendência e adiciona o esporte como nova fronteira relevante para os prediction markets.

Para analistas do setor, o desafio agora é converter o interesse pontual gerado por megaeventos em engajamento contínuo. A diversificação de mercados disponíveis — cobrindo economia, política e entretenimento além do esporte — será determinante para sustentar o crescimento dos volumes após o encerramento do torneio.

📰 Fonte desta reportagem

As informações sobre o volume recorde da Kalshi e os dados de mercado foram publicados originalmente pela Cointelegraph.com News com base em levantamento da DefiLlama. O KriptoHoje reescreveu e contextualizou o conteúdo de forma independente para o público brasileiro.

Importante: não damos recomendação de investimento

Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O KriptoHoje não é consultor de investimentos e não recomenda a compra, venda ou manutenção de qualquer ativo. Investimento em criptoativos envolve risco elevado de perda total.

Proteja seus ativos com segurança de verdade

A KriptoBR, integrante do mesmo grupo do KriptoHoje, é a maior e mais antiga revenda oficial de hardware wallets do mundo. Trezor, Ledger, SecuX, Yubico e Key-ID.

Mais de 600 mil clientes atendidos em 32 países. Envio direto do Brasil, garantia do fabricante, suporte técnico em português.

Conhecer a KriptoBR

Leituras relacionadas

Este conteúdo é de caráter informativo e não constitui recomendação de investimento. Criptomoedas são ativos voláteis; consulte um profissional antes de investir.

Analista de suporte técnico da KriptoBR. Trabalha com suporte a carteiras de hardware e com a documentação de procedimentos de recuperação e verificação de dispositivos.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
Newsletter

As notícias que movem o mercado, sem ruído

Um resumo do que realmente importou em cripto e economia, direto no seu e-mail. Sem hype e sem recomendação de investimento.

Paulo Henrique
Analista de suporte técnico da KriptoBR. Trabalha com suporte a carteiras de hardware e com a documentação de procedimentos de recuperação e verificação de dispositivos.

ULTIMAS NOTÍCIAS

Hack de US$ 320 mi na Liquid Network: como aconteceu

Hackers exploraram uma falha no sistema multisig da Liquid Network e drenaram US$ 320 milhões em BTC. A Chainalysis reconstruiu o caminho do ataque on-chain.

Golpe usa infraestrutura de e-mail da Trezor para alegar falha inexistente nos chips STM32 e roubar seeds

E-mail que alega falha de entropia nos chips STM32 da Trezor é phishing. Análise técnica mostra por que 40 bits é impossível e o que fazer se você clicou.

ETFs spot de Bitcoin captam US$ 987 mi em uma semana

ETFs spot de Bitcoin nos EUA captaram US$ 987 milhões em uma semana, com o IBIT da BlackRock liderando as entradas e sinalizando retomada do interesse institucional.

iPhone Duo custa R$ 21.999 no Brasil; cofre cripto, R$ 377

A Apple lançou nesta quarta-feira o primeiro iPhone dobrável, com versões que chegam a R$ 30.999 no Brasil. A comparação com uma carteira de hardware de R$ 377 não é sobre preço, e sim sobre para que serve cada aparelho.

SIGA A GENTE

0FãsCurtir
0SeguidoresSeguir
0SeguidoresSeguir
0InscritosInscrever

MAIS POPULAR