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Citi planeja custódia de Bitcoin e cripto ainda em 2025

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Um dos maiores bancos dos Estados Unidos, o Citigroup, se prepara para oferecer serviços de custódia de Bitcoin e outros criptoativos ainda neste ano, aprofundando a presença de Wall Street no mercado digital.

O Citigroup, instituição financeira com presença em mais de 160 países e um dos pilares do sistema bancário norte-americano, está em estágio avançado de planejamento para lançar um serviço de custódia de criptoativos — incluindo Bitcoin — para seus clientes institucionais. Segundo a Yahoo Finance, o banco pretende colocar a operação no ar ainda em 2025, desde que receba as aprovações regulatórias necessárias.

A iniciativa coloca o Citi ao lado de outros grandes nomes de Wall Street que já avançaram nessa direção, como o BNY Mellon e o JPMorgan, sinalizando uma mudança estrutural na forma como o sistema financeiro tradicional enxerga os ativos digitais. A custódia é um serviço essencial para investidores institucionais: sem ela, fundos e gestoras enfrentam barreiras regulatórias e operacionais para manter criptoativos em seus portfólios.

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O que é custódia e por que isso importa

No mercado financeiro, custódia refere-se ao serviço de guarda e proteção de ativos em nome de terceiros. No contexto cripto, significa que o banco assume a responsabilidade técnica e legal de armazenar as chaves privadas que controlam os criptoativos dos clientes. É, em essência, o equivalente digital de um cofre bancário.

A demanda por esse tipo de serviço cresceu de forma expressiva após a aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos, no início de 2024. Com fundos de pensão, seguradoras e gestoras de patrimônio buscando exposição ao ativo, a necessidade de uma infraestrutura regulada e segura para guarda dos ativos tornou-se ainda mais evidente.

🏦 Acesso institucional

Bancos regulados oferecem o arcabouço legal que fundos e gestoras precisam para alocar em criptoativos com segurança jurídica.

🔐 Guarda das chaves privadas

O serviço de custódia elimina o risco de perda ou roubo de chaves, problema crítico para investidores que gerenciam grandes volumes.

📈 Sinal de maturidade do mercado

A entrada de bancos como o Citi indica que criptoativos são cada vez mais tratados como classe de ativos legítima pelo sistema financeiro.

⚖️ Dependência regulatória

O lançamento está condicionado à aprovação de reguladores, o que pode alterar prazos e o escopo dos serviços oferecidos inicialmente.

Contexto: Wall Street e os criptoativos

Segundo a Yahoo Finance, o Citi segue uma tendência consolidada entre os grandes bancos norte-americanos. Após anos de ceticismo público, instituições como Goldman Sachs, Morgan Stanley e BlackRock passaram a oferecer produtos ligados a criptoativos aos seus clientes. A mudança de postura coincide com um ambiente regulatório mais claro nos EUA e com a crescente demanda de clientes de alta renda por exposição ao setor.

O movimento do Citi também ocorre em meio a discussões no Congresso norte-americano sobre legislação específica para stablecoins e para a estrutura de mercado de ativos digitais — dois temas que afetam diretamente a viabilidade operacional de serviços bancários cripto. Uma regulação mais clara tende a reduzir as barreiras de entrada para grandes instituições.

Para o mercado brasileiro, o avanço de bancos internacionais nessa direção reforça a pressão sobre instituições locais para desenvolverem infraestrutura semelhante. O Banco Central do Brasil e a CVM já sinalizaram estar atentos ao desenvolvimento de marcos regulatórios para criptoativos, o que pode acelerar movimentos parecidos por parte dos grandes bancos nacionais.

📌 Nota editorial

As informações sobre os planos do Citi foram reportadas pela Yahoo Finance com base em fontes ligadas à instituição. O banco ainda não emitiu comunicado oficial público confirmando datas ou detalhes definitivos do serviço. O KriptoHoje acompanhará os desdobramentos à medida que novas informações forem divulgadas.

Importante: não damos recomendação de investimento

Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. O KriptoHoje não é consultor de investimentos e não recomenda a compra, venda ou manutenção de qualquer ativo. Investimento em criptoativos envolve risco elevado de perda total.

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