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Hacks de crypto somam US$ 76 mi em junho, queda de 7%

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Apesar de uma leve redução mensal, os ataques a protocolos e carteiras de criptomoedas continuam causando prejuízos bilionários ao setor — e junho de 2026 não foi exceção.

O mês de junho de 2026 registrou US$ 76 milhões em perdas decorrentes de hacks e exploits no mercado de criptomoedas. O número representa uma queda de aproximadamente 7% em relação a maio, segundo levantamento da empresa de segurança blockchain PeckShield, citado pelo Portal do Bitcoin.

Embora a redução mensal seja um sinal positivo, o cenário acumulado de 2026 permanece preocupante. As perdas totais no ano já ultrapassam US$ 750 milhões, evidenciando que a frequência e a sofisticação dos ataques seguem elevadas no ecossistema cripto.

Um recuo pontual em meio a um ano crítico

Segundo o Portal do Bitcoin, os dados da PeckShield mostram que, apesar do alívio em junho, o ritmo de ataques em 2026 mantém uma média mensal elevada. Protocolos de finanças descentralizadas (DeFi) continuam sendo os alvos mais frequentes, em razão das grandes quantidades de liquidez concentradas em contratos inteligentes nem sempre auditados de forma abrangente.

A queda de 7% em um único mês não altera a tendência estrutural: enquanto o valor total bloqueado em protocolos DeFi cresce, o interesse de agentes maliciosos acompanha essa expansão. Falhas em contratos inteligentes, bridges entre redes e sistemas de custódia seguem sendo os vetores mais explorados.

📉 Junho de 2026

US$ 76 milhões roubados — queda de 7% em relação ao mês anterior, segundo a PeckShield.

📊 Acumulado 2026

Perdas totais já superam US$ 750 milhões nos primeiros meses do ano, mantendo média mensal preocupante.

🎯 Principais alvos

Protocolos DeFi, bridges cross-chain e sistemas de custódia concentram a maioria dos exploits registrados.

🔍 Fonte dos dados

PeckShield, empresa especializada em segurança e análise de transações na blockchain, monitora incidentes em tempo real.

Custódia própria como barreira de proteção

Diante de um cenário em que centenas de milhões de dólares são drenados de protocolos e exchanges a cada mês, especialistas em segurança reforçam a importância da autocustódia. Manter ativos em carteiras de hardware — dispositivos físicos que armazenam as chaves privadas offline — reduz drasticamente a superfície de ataque disponível para hackers.

Ao contrário de fundos mantidos em exchanges centralizadas ou contratos DeFi, ativos em carteiras físicas não estão expostos a falhas de código remoto ou invasões de servidores. Para entender como configurar essa camada de proteção, confira nosso guia completo sobre como blindar suas criptomoedas contra roubos.

US$ 750 milhões em perspectiva

Se o ritmo atual de perdas for mantido, 2026 pode encerrar o ano com prejuízos superiores a US$ 1,5 bilhão somente em hacks e exploits — sem contabilizar golpes de engenharia social e fraudes. A queda de 7% em junho é bem-vinda, mas insuficiente para reverter uma tendência preocupante no longo prazo.

📰 Nota editorial

Esta notícia foi apurada com base em dados divulgados pelo Portal do Bitcoin, que reportou o levantamento mensal da empresa de segurança blockchain PeckShield. O KriptoHoje reescreveu o conteúdo com independência editorial.

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Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atua no atendimento a clientes de carteiras de hardware e acompanha incidentes de segurança que afetam usuários finais.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Beatriz Pacheco
Analista de suporte técnico da KriptoBR. Atua no atendimento a clientes de carteiras de hardware e acompanha incidentes de segurança que afetam usuários finais.

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