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JPMorgan Kinexys ultrapassa US$ 4 trilhões em pagamentos

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A plataforma de pagamentos blockchain do JPMorgan superou a marca de US$ 4 trilhões em transações e ampliou sua cobertura de moedas para atender clientes institucionais na Ásia-Pacífico.

O JPMorgan anunciou que sua plataforma de pagamentos em blockchain, a Kinexys, ultrapassou a marca histórica de US$ 4 trilhões em transações processadas desde o seu lançamento. Além do volume expressivo, o sistema expandiu sua gama de moedas suportadas de três para oito, incorporando cinco divisas da região Ásia-Pacífico (APAC): o dólar australiano, o dólar de Hong Kong, o iene japonês, o renminbi chinês e o dólar de Singapura.

Segundo a The Defiant, a expansão faz parte de uma estratégia do banco para oferecer liquidação de pagamentos interbancários em tempo real a grandes clientes institucionais, eliminando intermediários tradicionais e reduzindo fricções operacionais em transações transfronteiriças.

A Kinexys opera sobre uma infraestrutura de blockchain permissionada — ou seja, de acesso restrito e controlado pelo próprio banco — e não utiliza criptomoedas públicas como Bitcoin ou Ether. O sistema foi desenhado para movimentar valores representados digitalmente em moedas fiduciárias, garantindo conformidade regulatória e rastreabilidade para os participantes.

Leia também: guia completo de criptomoedas.

Quais moedas a Kinexys agora suporta?

🇺🇸 Dólar Americano (USD)

Moeda de origem da plataforma, presente desde o lançamento da Kinexys.

🇪🇺 Euro (EUR)

Também integrado desde as primeiras versões do sistema de liquidação digital.

🇬🇧 Libra Esterlina (GBP)

Terceira moeda original, cobrindo o mercado financeiro britânico.

🌏 Cinco Moedas APAC (novo)

Dólar australiano, dólar de Hong Kong, iene japonês, renminbi chinês e dólar de Singapura, adicionados na expansão mais recente.

Por que isso importa para o mercado financeiro?

Bancos tradicionais como o JPMorgan estão usando tecnologia de blockchain permissionado para modernizar a infraestrutura de pagamentos interbancários. Ao processar US$ 4 trilhões sem depender de redes convencionais de correspondência bancária, a Kinexys demonstra que a tecnologia de registro distribuído tem aplicações concretas e de grande escala no sistema financeiro tradicional — independentemente do debate sobre criptomoedas públicas.

A movimentação do JPMorgan reflete uma tendência mais ampla entre grandes instituições financeiras: a adoção de infraestrutura baseada em distributed ledger technology (DLT) para ganho de eficiência operacional. Outros bancos globais, como o HSBC e o Citigroup, também desenvolvem iniciativas similares de tokenização e liquidação digital de ativos.

Para investidores e profissionais do setor, o movimento sinaliza que a tecnologia subjacente às criptomoedas ganhou reconhecimento no ambiente corporativo e regulatório — ainda que em formatos bastante distintos das redes descentralizadas e abertas.

📌 Nota Editorial

As informações deste artigo são baseadas em reportagem original da The Defiant, publicação especializada em finanças descentralizadas e blockchain. O KriptoHoje reescreveu e contextualizou o conteúdo para o público brasileiro.

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Analista de suporte técnico da KriptoBR. Especializada em orientação a novos usuários de autocustódia e em prevenção a golpes envolvendo criptoativos.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Amanda Gomes
Analista de suporte técnico da KriptoBR. Especializada em orientação a novos usuários de autocustódia e em prevenção a golpes envolvendo criptoativos.

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