O BC estuda levar o Pix para além das fronteiras, conectando o sistema a outros países para facilitar remessas internacionais com menor custo e maior agilidade.
Especialistas apontam que a imposição de regras genéricas, sem fundamentação em dados do cenário nacional, prejudica o desenvolvimento do mercado cripto no Brasil.
O Fundo Monetário Internacional aponta que os fluxos cripto transfronteiriços no Brasil já crescem mais rápido do que os fluxos de capital convencionais.
A stablecoin USDT chega ao mercado brasileiro via Pix, tornando o uso de criptoativos invisível ao consumidor final em uma rede com 170 milhões de usuários.