Especialistas apontam que a imposição de regras genéricas, sem fundamentação em dados do cenário nacional, prejudica o desenvolvimento do mercado cripto no Brasil.
O Fundo Monetário Internacional aponta que os fluxos cripto transfronteiriços no Brasil já crescem mais rápido do que os fluxos de capital convencionais.
A stablecoin USDT chega ao mercado brasileiro via Pix, tornando o uso de criptoativos invisível ao consumidor final em uma rede com 170 milhões de usuários.
Estudo da LatAm Intersect analisou 12 meses de cobertura midiática em diversos países e apontou o Brasil no topo do ranking mundial de otimismo com criptomoedas.
Brasileiros movimentaram US$ 2,7 bilhões em criptomoedas no exterior em abril, volume três vezes maior que o registrado no mês anterior, segundo dados do Banco Central do Brasil.