O Brasil desponta como um dos mercados mais relevantes do mundo para o registro de propriedades em blockchain, com volume de R$ 20 bi e projeções ambiciosas para 2030.
A CVM estuda a possibilidade de dispensar a exigência do agente fiduciário em ofertas de tokens via crowdfunding, regra estabelecida por ofício em 2024.
A CVM instituiu a Ditec, nova divisão focada em tecnologia financeira, para estabelecer diretrizes sobre inteligência artificial, tokenização e sandbox regulatório.