O FMI apontou lacunas no marco regulatório brasileiro para criptoativos, com ênfase na ausência de regras específicas para stablecoins e na necessidade de maior controle contra lavagem de dinheiro.
O Fundo Monetário Internacional aponta que os fluxos cripto transfronteiriços no Brasil já crescem mais rápido do que os fluxos de capital convencionais.
Documento de trabalho do FMI avalia que stablecoins atreladas ao dólar trazem benefícios de acesso cambial, mas representam risco sistêmico em economias vulneráveis.
Um documento do FMI aponta que stablecoins em dólar podem acelerar fugas de capital em economias com câmbio fixo, transformando um risco fragmentado em crise sistêmica.
O Fundo Monetário Internacional alerta que a tokenização de ativos pode transferir riscos sistêmicos dos bancos tradicionais para contratos inteligentes e plataformas digitais.
El Salvador precisa justificar cada movimentação de sua reserva de 7.696 BTC sob pressão crescente do FMI, que impõe condições de transparência no acordo econômico.
O FMI avaliou que o uso crescente de stablecoins na Nigéria desafia os sistemas monetário e regulatório do país, levantando riscos de dolarização digital.