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Auditoria para Stablecoins Tem Consenso Total no Brasil

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Pesquisa inédita da KPMG com a ABcripto revela que executivos brasileiros do setor cripto são unânimes: stablecoins precisam de lastro transparente e auditorias periódicas independentes para garantir solidez ao mercado.

Um levantamento conduzido pela KPMG em parceria com a ABcripto — associação que reúne as principais empresas de criptoativos do Brasil — mostrou algo raro no setor financeiro: consenso absoluto. Segundo a pesquisa, 100% dos executivos entrevistados defendem a adoção de auditorias independentes periódicas para stablecoins que operem com alta liquidez no mercado nacional.

O estudo, divulgado pelo Portal do Bitcoin, aponta ainda que os líderes do setor consideram essencial que essas moedas digitais lastreadas possuam reservas claramente definidas e verificáveis — um requisito que, na visão dos entrevistados, é fundamental para a maturidade e a credibilidade do ecossistema cripto brasileiro.

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O que a pesquisa revela sobre o setor

Segundo o Portal do Bitcoin, o estudo ouviu executivos de empresas associadas à ABcripto e mapeou as principais demandas do setor em relação à regulação de stablecoins. Os resultados apontam para uma posição consolidada: o mercado quer regras claras, não ausência delas.

🔍 Auditoria independente

100% dos executivos entrevistados defendem verificações periódicas por entidades externas e imparciais para todas as stablecoins de alta liquidez.

📦 Lastro claro e verificável

O estudo aponta que os líderes do setor exigem transparência total sobre as reservas que sustentam cada stablecoin em circulação no mercado.

🏛️ Regulação como aliada

Ao contrário de resistir às normas, executivos veem a regulação bem estruturada como instrumento para atrair investidores institucionais ao Brasil.

🤝 Papel da ABcripto

A associação tem atuado como interlocutora entre o setor privado e reguladores como o Banco Central, buscando construir um marco regulatório equilibrado.

Por que isso importa para o mercado de Bitcoin

Embora o debate seja centrado em stablecoins, o avanço regulatório impacta diretamente todo o ecossistema de criptoativos no Brasil — incluindo o Bitcoin. Um ambiente com regras claras tende a aumentar a confiança de investidores institucionais e do público em geral, ampliando a adoção de ativos digitais como um todo.

Contexto: o peso das stablecoins no mercado global

Stablecoins como USDT e USDC movimentam trilhões de dólares por ano e funcionam como ponte entre o sistema financeiro tradicional e o mercado cripto. Questionamentos sobre a qualidade das reservas que lastreiam essas moedas já geraram crises no passado — o que explica a urgência do setor brasileiro em estabelecer padrões rigorosos de transparência antes que problemas similares ocorram em solo nacional.

O debate sobre regulação de criptoativos no Brasil ganhou tração a partir de 2023, quando entrou em vigor o marco legal do setor. Desde então, o Banco Central assumiu papel central na definição das regras aplicáveis a prestadores de serviços de ativos virtuais — e a questão das stablecoins tornou-se um dos pontos mais sensíveis dessa agenda.

📌 Nota editorial

As informações desta reportagem são baseadas em dados divulgados pelo Portal do Bitcoin, com referência à pesquisa conduzida pela KPMG em parceria com a ABcripto. O KriptoHoje não teve acesso direto ao documento original da pesquisa.

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CEO da KriptoBR, Revenda oficial de carteiras de hardware no Brasil. Acompanha a evolução regulatória do setor de criptoativos no país e seus efeitos práticos sobre quem guarda os próprios ativos.
Reportagem produzida com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas do setor e revisada pela equipe da KriptoBR antes da publicação. Como produzimos nosso conteúdo.
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Jefferson Rondolfo
CEO da KriptoBR, Revenda oficial de carteiras de hardware no Brasil. Acompanha a evolução regulatória do setor de criptoativos no país e seus efeitos práticos sobre quem guarda os próprios ativos.

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